Neuromarketing e as estratégias para exposição de produtos

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Você já parou para pensar em quantos produtos diferentes estão expostos nas prateleiras de um supermercado? Embora esse número seja muito grande, mais de 80% deles acabam sendo descontinuados no seu primeiro ano de vida, como Neale Martin descreve em seu livro ‘Hábitos de Consumo’. Além da marca, do preço e do produto, as embalagens são capazes de influenciar a decisão de compra do consumidor e gerar um grande impacto na tomada de decisão. Com a ajuda do neuromakerting, as empresas conseguem avaliar a experiência dos consumidores, aprimorando suas embalagens e desenvolvendo produtos que agradam e, possivelmente, vendem mais.
De acordo com a Forebrain, especialista no assunto, uma das grandes descobertas da neurociência, é que boa parte das decisões que tomamos é feita de maneira não consciente. Somos influenciados por estímulos e informações sem que nos demos conta e nossas emoções sempre estão dominando nossas escolhas e desejos. “Conhecer o inconsciente do consumidor e as melhores maneiras para interagir diretamente com ele têm se tornado cada vez mais importante para as empresas que buscam uma posição de destaque no mercado”, afirma Billy Nascimento, co-CEO da Forebrain.
O neuromarketing tem sido utilizado para o desenvolvimento de produtos e embalagens mais atraentes e que possuem valores mais adequados às necessidades e desejos do consumidor. “Os estudos neurocientíficos são capazes de mostrar qual embalagem chama mais atenção do consumidor e o que ele sente e entende diante daquela comunicação visual”, explica Billy.
A Forebrain produziu um e-book sobre Neuromarketing e Embalagens, que conta com técnicas para melhorar a experiência do consumidor e indica 8 caminhos para embalagens eficientes.
1. Menos é mais: embalagens com menos informações costumam ser processadas mais facilmente pelo cérebro dos consumidores;
2. Abuse da repetição: quando padrões visuais são repetidos, o esforço necessário para que uma imagem seja formada na mente dos consumidores é menor, facilitando o processamento;
3. Atente-se à simetria: embalagens simétricas costumam gerar emoções mais positivas;
4. Saliência = atenção: o contraste de uma embalagem com o seu entorno pode facilitar sua percepção e impactar a sua atratividade;
5. Nitidez: linhas nítidas facilitam a percepção e o processamento da informação que as embalagens querem transmitir;
6. Apele para motivações inconscientes: sinais das embalagens podem despertar desejos – que nem sempre são conscientes – nos consumidores. Entender quais são as necessidades e desejos mais profundos do seu público alvo e alinhar a sua embalagem a esses desejos pode funcionar muito bem;
7. Lembre-se da relação novidade/familiaridade: produtos muito familiares costumam chamar menos atenção, mas contam com o apoio emocional de experiências passadas. Produtos muito inovadores podem chamar mais atenção dos consumidores, mas costumam gerar sensações de estranheza e desconforto;
8. Analise os valores da categoria: é muito importante conhecer os valores que estão associados à categoria do seu produto. Alinhar os valores do seu produto com os da categoria, ou não, é uma questão estratégica.
Para conhecer mais sobre o estudo de embalagens, acesse o e-book: http://www.forebrain.com.br/ebook/embalagem
Fonte: Varejista
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