Por que você não deve cortar o marketing de conteúdo em tempo de crise

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Crise econômica. Quem nunca participou de uma conversa sobre esse assunto, não é mesmo? Seja na mesa do bar ou no almoço com a família, o fantasma da crise está na boca do povo. Quando falamos das empresas, então, o papo se torna um tema sério de discussões e um grande vilão do planejamento, das estratégias e das ideias.

O importante é: precisamos continuar lucrando, mas também precisamos cortar gastos. E é aí que geralmente o marketing digital (investimentos em Adwords e redes sociais) e omarketing de conteúdo são cortados do centro de custos, não é mesmo?

Engana-se quem acha que esta fazendo um bom negócio.

O marketing de conteúdo deveria ir para o final da sua lista de cortes para enfrentar a crise. Se você não acredita, confira o artigo abaixo e veja porque você não deve cortar o marketing de conteúdo em tempo de crise:

Antes de qualquer coisa: marketing não é gasto, é investimento

Para que o marketing deixe de ser apenas mais uma despesa dentro da empresa é preciso que ele se torne parte do business, seja estratégico e, principalmente: torne-se uma fonte de renda!

Quando o marketing torna-se algo estratégico ele é embasado em métricas, executado com prazos e processos bem definidos. Dessa forma, ele é mensurável e, portanto, você consegue saber exatamente quanto gastou e por quanto tempo para alcançar o resultado esperado.

Fique de olho nos números: eles não mentem!

Algumas métricas do marketing de conteúdo são a prova de que ele não é só importante como essencial para seu negócio, além de ser a forma mais fácil de acompanhar de perto os resultados do seu investimento.

Aqui vão pelo menos 2 métricas essenciais ao marketing de conteúdo para você ficar de olho:

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

Quanto você gasta em marketing para que um cliente chegue até você e se torne um cliente? Em quanto tempo? O marketing de conteúdo te permite ter esse valor bem claro e até mesmo diminuí-lo com as estratégias corretas.

O marketing de conteúdo é um dos pilares do que chamamos de venda inbound, onde você não precisa falar com todo mundo que se interessa pelo seu produto ou serviço antes de uma qualificação. Dessa forma, você investe em conteúdo para atrair e levar o seu público pelo funil, mas bem menos do que gastaria, por exemplo, com o Adwords.

É claro que quando falamos de uma estratégia de curto prazo o Google Adwords, como ferramenta de link patrocinado, é a melhor alternativa para ter resultados rápidos. Porém, se você investir também no conteúdo para uma ação de SEO terá uma base maior.

Na prática

  1. Para calcular o custo de aquisição de clientes você deve mensurar quantos clientes entraram na sua base no mês;
  2. Levante os custos com a captação como prospecção, investimento em Adwords, conteúdo, etc. – deixe esses dados separados.
  3. Some todos os custos e divida pela quantidade de novos clientes no mês;

Como reduzir o CAC com conteúdo?

Que tal usar artigos do blog para responder as perguntas mais recorrentes dos clientes durante o processo de vendas e deixar o vendedor para responder perguntas finais – mais próximas do fechamento de negócio?

Ah, lembra da persona, sobre a qual falamos anteriormente? Durante a definição da sua persona você terá vários insights dos principais problemas e dúvidas e, consequentemente, de conteúdos relevantes para resolvê-los e respondê-las com conteúdo. Brilhante, não?!

ROI

Nem precisa explicar o que é ROI, não é mesmo? O importante é que você saiba exatamente quanto foi gasto, em quanto tempo, para gerar quanto de resultado. Através do cálculo do ROI é possível acompanhar isso de perto.

Na prática

  1. Levante seus gastos com marketing digital e marketing de conteúdo;
  2. Quanto você teve de receita gerada no mesmo período? Esse dado dará o fator “faturamento” da conta;
  3. Faça a conta: receita por investimento. Esse é o seu ROI.

Aproveite o marketing de busca e gaste menos para vender mais

Muito se fala em Adwords, a mídia paga do Google. Pois saiba que, apesar de ser uma excelente ferramenta de marketing, aparecer na busca orgânica – os resultados que não são links patrocinados, mas considerados pelo Google resultados qualificados – é mais barato e mais assertivo. Mas para isso acontecer você deve contar com marketing de conteúdo da melhor qualidade!

Pense em seu dia a dia como consumidor. Quantas vezes você pesquisa no Google por respostas para dúvidas, por produtos que pretende comprar ou mesmo sobre o algum assunto que quer conhecer melhor? Tenha em mente que o seu potencial cliente não é diferente – por mais que ele tenha hábitos de consumo diferentes, a busca é uma realidade na vida de grande parte dos públicos de interesse das empresas.

De acordo com o gerente de parcerias estratégicas do Google Brasil, Felipe de Albuquerque Ozorio, mais de 100 bilhões de buscas são feitas mensalmente na Internet apenas no Brasil. Cabe dizer que 90% dessas buscas são feitas no Google. E se eu te disser que o marketing de conteúdo é o caminho mais assertivo para ter resultados reais e duradouros com as buscas? Saiba como:

Invista em venda inbound para otimizar a sua venda passiva

Como você busca um produto ou serviço que quer contratar? Faça essa pergunta na hora de pensar as palavras-chave estratégicas que o seu cliente ideal usa para buscar o que você tem a oferecer. O conteúdo pode (e deve) ser pensado para falar com o seu cliente em todas as etapas. Usando as palavras-chave de busca você poderá:

  1. Atraí-lo tendo a resposta à dúvida ou solução para o problema dele;
  2. Levá-lo a considerar o que você tem a oferecer;
  3. Convertê-lo em uma lead (qualificada) prontinha para se tornar um cliente;
  4. Vender para essa lead sem um processo de vendas longo e caro.

Imagine se tivesse que fazer o caminho da atração ativa do cliente com prospecção, contato telefônico e valor/hora de um estagiário ou vendedor contratado? Aposte emInbound Sales e passe a vender com conteúdo. Em tempos de crise econômica, levar o cliente ideal a te procurar é uma grande sacada para não gastar muito com o processo de venda.

O marketing de conteúdo pode te ajudar a reduzir o custo de venda

O marketing de conteúdo pode ser usado para educar o mercado. Você pode usar o material que publicar no seu blog, ebook ou webinar que produzir, por exemplo, para que seu time de vendedores alimente os clientes interessados durante o processo de vendas. Se no processo tradicional o seu vendedor precisava fazer várias ligações, marcar várias reuniões e ser muito organizado para não perder o timing de follow up, no processo de venda com inbound marketing o seu conteúdo se torna uma máquina vendedora.

O contato que “levanta a mão” para falar com você já saberá qual é a melhor solução para o problema dele e saberá que a sua empresa é a melhor opção para oferecê-la. Bastará concretizar a venda para um potencial cliente bem educado sobre o seu mercado.

Trabalhe bem as suas personas e garanta os clientes certos

As palavras-chave são muito importantes, pois elas direcionam os termos pesquisados pelo cliente ideal. Porém, tenha em mente que o marketing de conteúdo é totalmente focado em buyer personas.

Em resumo, a persona é a representação do seu cliente ideal, quem ele é, quais são os seus problemas e dúvidas, como é o dia a dia dela e como você pode se destacar e atraí-la, tornando-se o prestador de serviços ou fornecedor de produtos para ela.

Tenha em mente que, em tempos de crise, atrair um cliente que não tenha o perfil do seu cliente certo pode sair muito caro. Por isso, traçar uma estratégia totalmente focada no seu público de interesse é o caminho mais fácil para o sucesso.

O conteúdo te “dá moral” com o Google

Ninguém sabe ao certo quais são os reais critérios do Google para considerar um site bom ou ruim, certo? Porém, alguns elementos e ações têm dado certo e você deve apostar neles para que o seu site apareça rapidamente quando o seu consumidor buscar pelo que você tem a oferecer.

  • Co-marketing: você sabia que quanto mais links o seu site tiver maior será a confiabilidade que o Google dará ao seu domínio. O marketing de conteúdo pode te ajudar através de estratégias de guest post e e-books em co-marketing, por exemplo.
  • Títulos de páginas: o Google entende cada artigo publicado em seu blog como uma nova página, portanto, cada vez que você publicar um novo texto você terá uma nova página, com um novo título – aumentando a quantidade de links do site. E isso é bom para posicionamento no Google.

A terceirização não é um bicho de sete cabeças (pelo menos nesse caso)

Primeiramente, tenha em mente que para ter resultados com o marketing de conteúdo é preciso ter:

  • Planejamento e definição de estratégia;
  • Produção de conteúdo qualificado;
  • Acompanhamento dos resultados;
  • Redefinição ou manutenção da estratégia.

Como estamos falando de tempos e crise você deve estar se perguntando: “ok mas, a ideia é economizar, não arrumar mais gastos para a minha empresa. Contratar, então, nem pensar!”

Mas é aí que vem a grande sacada do marketing de conteúdo: você pode terceirizá-lo, em todos os níveis, contando com uma empresa especializada ou profissionais freelancers. O importante é que esse parceiro tenha processos definidos, critérios e uma equipe estratégica para te ajudar a alcançar os melhores resultados.

Aproveite nossas dicas e invista no marketing de conteúdo para não parar de vender em tempos de crise. Tenha sempre em mente que o marketing digital não deve ser intrusivo, não deve interromper o leitor e, principalmente, deve ser interessante para se tornar relevante.

Produza conteúdo de qualidade, invista nas ferramentas certas e profissionais qualificados e vença a crise com o marketing de conteúdo!

Fonte: Marketing de Conteúdo

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Marcas deveriam ter a coragem da arte

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Ele já esteve envolvido no reposicionamento de marcas como Stella McCartney, Giorgio Armani, Porsche e Nike e acredita que a comunicação entre as marcas e seus clientes, hoje, deve ser baseada em um projeto de relação sustentável, isso implicaria, inclusive, as empresas considerarem a venda como uma consequência e não seu objetivo primário. O britânico Edward Leaman atua como professor da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e esteve no Brasil esta semana para uma palestra a alunos da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP). O tema que abordou no evento organizado pela Wish International Events Management foi “A inovação em brand experience”. O especialista defende que as marcas devem se esforçar para estabelecer relações de emoção e significado, como normalmente existe entre as pessoas, a arte e a cultura. Confira alguns de seus pontos de vista, na entrevista concedida por e-mail ao Meio & Mensagem.
Meio & Mensagem – Que papel a arte pode ter no desenvolvimento de uma marca?
Edward Leaman – Quando falo de arte, falo sobre a coragem de uma marca de se dirigir a quem ela é e a quais sejam suas crenças. Assim como os artistas apenas conseguem realmente se compreender e se comunicar com eles próprios – assim como com os outros – por meio de sua arte, acredito que as marcas desdobrem suas crenças por meio de seus processos. Somente sendo corajosas e transparentes as marcas podem realmente mudar comportamentos.

M&M – Imagina que atributos do mundo artístico tenham mais aderência a marcas premium, como aquelas para as quais o senhor já trabalhou, ou podem ser utilizados por qualquer perfil de marca?
Leaman – Não, acho que as marcas devem pensar e agir de forma inclusiva, como a arte faz. As pessoas olham para o mundo dos negócios mais do que para qualquer outra instituição na expectativa de que influencie mudanças sociais, e a responsabilidade das marcas em qualquer nível é conectar-se com os clientes e prospects no nível humano e antropológico. Minha crença é a de que a tecnologia está sendo combustível para uma nova antropologia e isso é relevante em qualquer nível de pensamento de marca e execução.

M&M – De que forma arte e cultura podem ser recursos utilizados e com bons resultados pelas marcas em um contexto como o que vivemos, de economia retraída?
Leaman – A arte é uma lente no estado de cultura em qualquer tempo, assim como também o é o mundo dos negócios, e para mim a questão é como as marcas irão se conectar com as pessoas em um lugar de significado e consciência mais do que num espaço de poder. De muitas maneiras, pode-se construir marcas para os períodos difíceis, porque nos momentos bons todo mundo vai bem. Boas marcas vão bem em tempos difíceis porque estabeleceram seu diferencial de relevância, principal competência e vantagens competitivas sustentáveis e, portanto, são mais resistentes a sobreviver e mesmo a prosperar em tempos de dificuldade. É a arte do branding e seu impacto na cultura que me estimulam.

M&M – Acredita que alguma marca consiga atingir o mesmo nível de profundidade de emoção e significado que a arte ou a cultura estabelecem com as pessoas, partindo do pressuposto de que todos sabemos que uma marca quer vender algo e um artista não necessariamente? (talvez uma visão de mundo, um ponto de vista…)
Leaman – Realmente não acredito que seja isso que uma marca deva buscar – vender primeiro. Uma marca deveria saber que o objetivo é servir clientes/o público e o resultado pode ou não ser uma venda. Servir é o essencial ético de uma marca e, ao servir, o ingrediente ativo é o serviço. Não há vendas sem um comprador e conexão no nível emocional e de sentimento, mas ter coragem de comunicar porque você é do jeito que é torna-se mais autêntico, real e significativo.

M&M – Não é contraditório que arte seja importante para as marcas e que aos primeiros sinais de crise as empresas que patrocinam arte cortem os recursos ligados a projetos da área?
Leaman – De novo, chamo de arte a habilidade de ser verdadeiro, real e corajoso. Tempos duros demandam de todos nós que nos conectemos mais fortemente ao lugar dos valores e crenças, valores e crenças que sejam verdadeiros em bons ou maus momentos. Você não pode e não vai cortar valores e crenças, pois sacrificaria aqueles por quem perde sua alma. Valores e crenças permitem que uma marca seja real. Para mim, arte diz respeito ao real e viver apenas no campo do ideal levaria à falta de significado.

M&M – E o que fazer quando aderir a novas culturas traz problemas às marcas? Recentemente, aqui no Brasil, a marca de cosméticos O Boticário teve sua campanha para o Dia dos Namorados, comemorado por nós dia 12 de junho, criticada por setores conservadores por mostrar casais homossexuais trocando presentes.
Leaman – Se uma marca possui valores e crenças e sabe que aquilo que comercializa tem as respostas para sua própria pergunta sobre o porquê de ela existir, minha resposta é que ela deve se manter firme, porque você só pode fazer aquilo que você é, então, seja você mesmo.

M&M – O senhor diz que hoje não importa mais o que as marcas falam sobre elas mesmas, mas o que as pessoas falam delas. Mas em sua origem, toda marca é obrigada a partir de um discurso próprio não?

Leaman – Acredito que as marcas verbalizam suas crenças em alinhamento com o lugar para onde elas veem o mundo indo e buscam criar o que chamo “espaço de comportamento” para os consumidores ao mover as respostas à pergunta “por quê?” por meio das respostas do que eles fazem (produto) e como fazem isso (experiência de marca). Minha definição de uma marca é “uma promessa entregue e mensurada” e as marcas deveriam medir a si mesmas avaliando quão bem elas entregam suas promessas. Em outras palavras, mensuração da satisfação dos clientes se tornou a nova promessa de clientes. Isso é chamado Momento Zero da Verdade. A promessa é criada por aquilo que outros viveram com a marca, antes mesmo que esta consiga refazer a promessa sobre si mesma para as comunidades que busca servir.

M&M – Qual é a estrutura do curso que o senhor ministra em Stanford? Sente que esses conteúdos são levados do mundo acadêmico para a o dia a dia das empresas?
Leaman – Tenho algumas estruturas de construção de marca que criei como modelos, com base nos anos de trabalho nessa área, e elas ajudam a direcionar os estudantes e empresas em direção à construção de suas próprias marcas. Algo disso é arte, algo é ciência e parte chamo de “shopkeeping” por conta dos detalhes e interconectividade dentro de uma marca – de processos, inovação, impacto social e lucro saudável – que fazem criar a necessidade para o que chamo de cenário dos Quatro Mundos. A construção de marca moderna requer uma série de lentes para serem colocadas sobre uma ideia de uma só vez e essas lentes são individual e coletivamente importantes hoje em dia. Outra forma de dizer isso é que nosso trabalho é pegar a complexidade e resolvê-la como simplicidade. Você pode ter complexidade e simplicidade morando juntas. Não pode, entretanto, ter complexidade e complicação vivendo juntas e sobreviver. Complexidade tornada simplicidade é a ética moderna da construção de marca.

M&M – No caso da USP, o tema de sua palestra foi “A inovação em brand experience”. Quais os highlights do material que o senhor preparou?
Leaman – Espero que as pessoas tenham gostado das ideias a partir do momento que tento juntar ideias e práticas de construção de marca baseadas em um respeito enorme pelo consumidor e na quantidade de potencial existente nas marcas de fazer bem, corretamente e de novas formas. Marca é como navego o mundo em que vivo. É uma espécie de poesia e sou apaixonado por ela.

M&M – As marcas em geral falam muito em inovação hoje em dia. O senhor acredita que elas estejam sendo realmente inovadoras? Acredita mais em gestos de inovação radicais ou naquele estilo de quem promove pequenas e constantes mudanças?
Leaman – Acho que se pode chegar a ela (inovação) de muitas formas. Alguns acreditam que você não pode “gotejar para baixo” então tudo começa com uma convicção poderosa sobre mudar o mundo. Outros acreditam que um grupo de táticas pode se tornar uma estratégia ao longo do tempo. O que me entusiasma é que tecnologia e os dados estão criando novas formas de entender muitos níveis e tipos diferentes de relações empáticas com clientes e prospects. Acredito que estamos no ápice de uma nova era “centrada no sentimento” na construção de marca e isso nos torna a todos mais humanos, responsáveis e confiáveis, porque não há lugar para onde se esconder da transparência da verdade.

M&M – Recebemos a informação de que o senhor atuou no reposicionamento de várias marcas globais. Poderia resumir o que sugeriu de mudanças para Stella McCartney, Nike, Porsche, Giorgio Armani, GAP e The Body Shop?
Leaman – Meu trabalho para diferentes marcas ao longo de tantos anos assumiu várias formas, então é difícil responder a essa questão. Às vezes, é desenvolvimento de produto, às vezes criação de experiência de marca/experiência do cliente, outras, é determinar a linguagem de crenças e valores e então desdobrar isso no marketing. Marca não é uma única coisa; é a conexão e combinação de muitas coisas em nome do relacionamento entre ela e seus usuários. O que digo é que o papel mais importante que já tive em toda minha vida é o de professor, porque ideias inspiram mentes mais jovens e eles, não eu, criarão realidades incríveis a partir dessas ideias. Moldar ideias no formato de marcas é, se você quiser, minha arte.

Fonte: Meio e Mensagem

30 frases de Steve Jobs para você se inspirar

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Inovação distingue o líder de um seguidor.

Esse tem sido um dos meus mantras: foco e simplicidade. Simples pode ser mais difícil de fazer do que complexo; você tem que trabalhar duro para clarear seu pensamento a fim de torná-lo simples.

Seja um parâmetro de qualidade. Algumas pessoas não estão acostumadas a um ambiente onde a excelência é esperada.

Eu estou convencido de que metade do que separa os empreendedores bem-sucedidos dos sucedidos é pura perseverança.

Não deixe o ruído das opiniões dos outros abafar sua própria voz interior.

Às vezes a vida vai te acertar um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Eu estou convencido de que a única coisa que me fez seguir em frente foi que eu amava o que fazia.

Ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. O peso de um ser bem sucedido foi sucedido pela leveza de um ser iniciante novamente. Isso me libertou para entrar em um dos mais criativos períodos da minha vida.

Você não pode simplesmente perguntar aos consumidores o que eles querem e aí tentar dar isso a eles. Assim que você conseguir construir isso, eles já vão querer algo novo.

O meu modelo de negócio são os Beatles. Eles equilibravam-se uns aos outros e o total era maior do que a soma das partes. É assim que vejo os negócios: os grandes feitos nas empresas nunca são feitos por uma só pessoa, mas por uma equipa de pessoas.

Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, karma, o que for. Esta abordagem nunca me decepcionou e fez toda diferença na minha vida.

Eu sou a única pessoa que conheço que perdeu um quarto de bilhão de dólares em um ano. Isso ajuda a construir seu caráter.

Vamos inventar o amanhã em vez de ficar nos preocupando com o que aconteceu ontem.

Quando você é um carpinteiro fazendo uma cômoda linda, você não vai colocar madeira ruim no fundo do móvel, mesmo que ela fique voltada para a parede. Você sabe que está lá, então você vai colocar um pedaço de madeira bonito. A estética e a qualidade têm de ser levadas até o último detalhe.

Se você ficar de olho apenas no lucro, você vai economizar no produto. Mas se você se concentrar em fazer produtos realmente bons, então o lucro virá a seguir.

Decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer. Isso é verdadeiro para companhias e também para produtos.

Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa. Ir para a cama falando que fizemos algo sensacional, é isso que me importa.

Minhas coisas favoritas na vida não custaram dinheiro. É claro que a coisa mais preciosa que temos é o tempo.

Se você faz algo muito bom, deveria fazer outra coisa sensacional, e não se gabar da primeira coisa por muito tempo.

Eu não voltei para a Apple para fazer uma fortuna. Fui muito sortudo na vida e já tenho uma. Quando tinha 25 anos, meu patrimônio era algo próximo de cem milhões de dólares. Eu decidi que isso não iria arruinar minha vida. Eu não vejo fortuna como algo que valide minha inteligência.

Não temos chance de fazer muitas coisas, então cada uma delas tem que ser excelentes. Isso é a vida. A vida é curta e você morre, sabe? E todos nós escolhemos fazer algo com nossas vidas. Então tem que ser bom. Tem que valer a pena.

Seu tempo é limitado, não viva a vida de ninguém. Não seja preso por dogmas, que é o resultado do que as outras pessoas pensam. Tenha coragem de seguir seu coração e intuição, eles sabem o que você quer se tornar.

Nos últimos 33 anos eu olhei no espelho e me perguntei: se fosse meu último dia de vida, eu faria o que vou fazer hoje? E se a resposta é “não” por muitos dias eu sei que tenho que mudar algo.

Fonte: Exame