10 fatos sobre marketing digital que as marcas precisam saber

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Confira os 10 fatos importantes sobre marketing digital da semana passada, reunidos pelo AdWeek:
1. Em 2018, empresas destinarão 11,7% de seus budgets para analytics, de acordo com pesquisa da Duke University com 288 CMOs.
2. O mesmo estudo constatou que a publicidade mobile corresponde a 3,2% dos investimentos de marketing, mas o número deve chegar aos 9% nos próximos três anos.
3. Graças a seus efeitos de vídeo, a conta da Nike na rede social passou de 4 milhões para 12 milhões de seguidores nos últimos 10 meses.
4. É provável que mais marcas como a Nike passem a investir mais no Instagram. Analistas da Cowen & Co. preveem que a plataforma irá gerar US$ 5,8 bilhões de receita em 2020, US$ 700 milhões a mais do que esse ano, segundo o Mashable.
5. Uma pesquisa do Adobe Digital Index afirma que 20% dos links de busca do Google para varejistas estavam nos Shopping Ads. Isso explica por que o Facebook decidiu investir em anúncios baseados em compras.
6. Entre agosto e novembro do ano passado, o app de finanças pessoas Acorns apostou nos Promoted Tweets para gerar downloads. Nos primeiros 90 dias, a marca disse que um entre cinco dos downloads veio do Twitter. Além disso, a empresa pagou menos de US$ 4 por app instalado, valor significantemente mais baixo do que os US$ 10 que as empresas do ramo costumam pagar para atrair usuários.
7. Um estudo da Association of National Advertisers aponta que 58% dos anunciantes adquiriram anúncios nativos em 2014.
8. A classe alta norte-americana está comprando cada vez mais online. A Martini Media pesquisou moradores do país com renda igual ou superior a US$ 250 mil e descobriu que 83% compraram artigos de luxo pela internet nos últimos 12 meses.
9. As pessoas deletam seus apps com frequência. Mas a Ibotta reverteu esse quadro dando recompensas em dinheiro aos usuários. A empresa afirmou que mais da metade de seus 25 milhões de usuários mensais abriram o app 25 vezes em janeiro.
10. Uma pesquisa da MindBodyGreen com 6 mil pessoas constatou que 83% dos millennials estão abertos a recomendações de marcas sobre cultura ou conscientização, comparado a 74% dos baby boomers. E 84% da geração Y afirmaram que se sentem ‘inundados’ pela social media.

Fonte: Proxxima

Neuromarketing aplicado à Redação Publicitária: Descubra como atingir o subconsciente de seu consumidor

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“Por incrível que pareça, a primeira (e crucial) informação que você, caro leitor, precisa ter em mente é que a maior parte de todas as decisões humanas é tomada no nível subconsciente do cérebro, ou seja, abaixo do limiar de nossa percepção.

Vivemos, praticamente, no piloto automático, inclusive quando decidimos por este ou aquele produto.

Por isso, é mais do que necessário entender quem é e como funciona a cabeça de seu consumidor.

É ai que entram em cena a neurociência e, mais precisamente, o neuromarketing.

Ao longo das últimas décadas, a ciência tem facilitado o entendimento de detalhes como o benefício de escrever experiências em anúncios publicitários, a febre dos preços terminados em 9 e, até mesmo, as razões pelas quais certas argumentações textuais funcionam melhor para homens do que para mulheres e vice-versa.

Você já parou pra pensar no que leva, realmente, seu público-álvo a escolher você, abrir a carteira e continuar sua coleção de bens de consumo?

É claro que uma vez em que se é possível responder a essa questão, entender a mente humana e aplicar essas descobertas em sua redação publicitária, torna-se menos complexo atingir seu target no alvo exato: em seu subconsciente.

Mais do que uma fonte inesgotável de criatividade, é necessário usarmos o discurso deliberativo, a estrutura circular, as associações semânticas e, como não poderia deixar de ser, todas as ferramentas que a língua portuguesa coloca à nossa disposição. Seja bem-vindo à fidelização do subconsciente de seus consumidores através de seus textos publicitários.

Seja bem vindo e boa leitura!”

É assim que começa, já na contra-capa, a experiência da leitura do livro Neuromarketing aplicado à Redação Publicitária de Lilian S. Gonçalves. Melhor, impossível.

Com um texto que vai direto ao ponto, o livro apresenta na prática como usar técnicas de alto impacto para realmente atingir o subconsciente do seu consumidor.

Lilian é pós graduada em comunicação & marketing pela Fundação Cásper Líbero e graduada em jornalismo pela Faculdades Integradas Alcântara Machado (Fiam/Faam), desenvolve campanhas de marketing digital, principalmente de links patrocinados, e realiza pesquisas sobre inteligência de mercado e comportamento do consumidor.

É responsável pela equipe editorial do Yahoo! Search Marketing desde 2005.

“O neuromarketing é uma nova visão para a publicidade mundial e pode ser a chave para uma campanha de sucesso.

A versatilidade proporcionada pelo casamento entre as tradicionais pesquisas de mercado e as descobertas da neurociência se mostra um prato cheio para os redatores de plantão.

Esta obra reúne as principais descobertas feitas pelo neuromarketing nas últimas décadas e suas possíveis aplicações como argumentação para os anúncios publicitários.

Mais do que atingir seu público-álvo, chegou a hora de desenvolver campanhas de marketing com foco no subconsciente de seu consumidor, a fim de ampliar sua lista de clientes fidelizados.

Bom humor, criatividade, técnica e ciência estão de mãos dadas rumo a seu sucesso.”

“Se, para você, definir melhor quem é o target de seu negócio, entender e mapear o comportamento de seu público-alvo, além de escolher a argumentação correta para atingir seu consumidor são desafios permanentes, as páginas de Neuromarketing aplicado à redação publicitária podem se tornar seu oráculo na hora de desenvolver suas ações de marketing, tanto no meio digital quanto no meio offline”

Recebemos o livro de presente da Novatec e em algumas horas eu já tinha devorado metade do conteúdo.

Com 171 páginas, a autora apresenta as principais descobertas das técnicas que atraem até os mais focados em vender e nem um pouco fãs das ciências biológicas.

De aristóteles a Ogilvy, explica que é necessário buscar onde estão as respostas para as principais perguntas do marketing 3.0: na cabeça de seu consumidor.

E nada mais inteligente do que utilizar as respostas que já foram descobertas nas suas próximas campanhas.

Desperte os Neurônios-Espelho

Mostre o seu produto sendo consumido por outros que automaticamente as pessoas também irão quer experimentá-lo. Isto é tão verdade quanto a repetição de um bocejo.

Só de escrever algo relacionado a bocejar, eu bocejei. E posso apostar que pelo menos metade dos leitores deste texto também.

“Os neurônios-espelho também são o motivo pelo qual muitas vezes imitamos involuntariamente o comportamento de outras pessoas. Essa tendência é tão inata que pode ser observada até mesmo em bebês – simplesmente mostre a língua para um bebê, e é bem provável que ele repita esta ação […]” – Lindstrom, M. A lógica do consumo. Verdades e mentiras sobre por que compramos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009. p. 56.

Alias, o livro tem tantas referências a outras obras excelentes que vale também como um compêndio de marketing de alto nível.

Enalteça os Marcadores Somáticos

Desde nosso nascimento, tudo o que acontece fica armazenado.

É necessário que você crie sensações únicas no seu consumidor que sejam positivas.

Mesmo que você não se preocupe com isto, o seu cliente tem todo um histórico que fará com que ele sinta sensações ao adquirir o seu produto, como acontece com você quando compra qualquer coisa.

Você não quer transparecer que vai comprar o produto de qualquer forma, mas pede o desconto e finge que não compra se o vendedor não reduzir o preço o máximo que conseguir.

O seu cliente pensa da mesma forma nesse aspecto, porém cada um reage de uma forma distinta de acordo como o vendedor concede ou não este desconto, da tratativa da situação, do cheiro da loja e até do clima.

O seu ar condicionado está super forte e um cliente resfriado quer comprar? Reduza o ar! Vai ficar marcado no subconsciente dele que melhorou na sua loja enquanto as outras só fizeram ele piorar.

Cabe a você enaltacer quais são as boas sensações que você deseja que ele tenha ao comprar o que você tem pra oferecer. Se você não fizer isso, corre o risco e deixa à deriva os sentimentos que ele tem, e que pode compartilhar com aqueles mil amigos que tem no Facebook, mais mil do Twitter, família e amigos mais próximos.

Injeção de Dopamina

Esta eu adoro. Comprar traz sensações tão boas quanto beber. E realmente similares, porque o seu corpo realmente fica dopado.

Como a Lilian explica no livro, a plateia cerebral enlouquece, com milhões de neurônios gritando bis em coro e avassaladoramente!

Dê Passagem ao Marketing Sensorial

Emoção é chave. O som do motor da Ferrari, a beleza e experiência indescritível dos produtos da Apple, o cheio de um BigMac com fritas, do carro novo…

Junta-se tanta dopamina que se você fizer tudo isso no mesmo dia tem que tomar cuidado pra não entrar em depressão no dia seguinte.

Como Lilian conta, “é necessário criar mensagens textuais descrevendo verdadeiramente o uso do produto ou do serviço, seus benefícios, as vantagens competitivas da marca e o quão importante será para seu cliente adicionar a solução oferecida no seu dia a dia, a fim de terminar com suas dores e mantê-lo vivo e seguro”.

Ela dá um exemplo bacana que são as propagandas de chocolates, que apresentam um consumidor provando e se deliciando com as guloseimas, ativando os marcadores somáticos.

No caso das lojas virtuais, uma saída é oferecer uma amostra grátis, um período de testes ou experimental, ou garantir a troca do produto por um determinado preço.

Lojas como a Dafiti e a Zappos oferecem a troca dos produtos sem nenhum custo adicional, o que traz a tranquilidade necessária para o consumidor comprar um produto que gostaria de provar antes e é um grande diferencial das que não oferecem o mesmo serviço.

Desafie o Cérebro

O cérebro humano adora desafios, bom-humor e quebra-cabeças, mas não passará mais de 3 segundos desvendando a sua mensagem. São estas e outras dicas que fazem esta obra um livro de cabeceira.

Um exemplo que posso acrescentar com propriedade e que vem ganhando muito espaço atualmente é o conceito degamification.

Gamification é a utilizaçao do pensamento e mecânica de jogo para envolver os usuários na solução de problemas.

É usado em aplicações e processos para melhorar o envolvimento dos usuários, o retorno sobre o investimento, a qualidade dos dados, oportunidade e aprendizado.

Técnicas de gamification são utilizadas para instigar os desejos naturais das pessoas para alavancar a competição, realização, status, a auto-expressão, altruísmo e alcance de metas.

A estratégia de gamification essencial é recompensar os jogadores que realizam tarefas desejadas. Tipos de recompensas incluem pontos, selos / emblemas ou níveis de realização, o preenchimento de uma barra de progresso, e até a troca de pontos por uma moeda virtual.

Gamification tem sido amplamente aplicado em marketing. Mais de 70% das empresas da Forbes 2000 Global pretendem usar gamification para fins de comercialização e retenção de clientes.

Você pode desafiar o cérebro do seu consumidor disponibilizando funcionalidades de pontuação e recompensas para os usuários que realizarem tarefas como a realização de pedidos em seu e-commerce ou até na loja físiva, indicação da sua empresa para seus amigos nas redes sociais e feedback sobre os serviços.

Nada mais justo do que recompensar os seus clientes, e nada mais inteligente do que usar as técnicas de neuromarketing para e gamification para fidelizá-los. Um ponto importante desta sessão no livro é que você deve transmitir apenas uma mensagem por peça.

Não adianta tentar apresenta a empresa, vender uma linha de produtos e dar um desconto em outro se ele comprar aquela promoção que tem a premiação para a viagem no exterior. Ninguém assimila.

Foque em uma mensagem principal, fica também mais fácil de medir o retorno. Alias, este é um ponto fundamental da segunda parte do livro que fala sobre internet.

Finalmente temos como medir decentemente as ações através da internet. Por isto, nada melhor do que focar em apenas uma mensagem por ação. “Para a mente humana, menos é sempre mais”.

Decifre seu Target

“[…] Por que surgiram diferenças entre os cérebros masculino e feminino? A resposta é muito simples: porque homens e mulheres tem prioridades distintas” Dr. A. K. Pradeep.

Nesta parte a Lilian conta como vender melhor direcionadamente para mulheres e homens.

Desde que me atentei a esta parte do livro, acredito que todas as vendas que fiz para mulheres, ou todas as conversas que tive (vendedor está sempre vendendo né?) com as mulheres da minha vida desde então tiveram a palavra “cuidar” no meio do diálogo.

Como sou um pouco marqueteiro demais, agora tento ser mais objetivo em negociações com homens, que querem menos informações e buscam o foco do negócio.

Como as mulheres compram é um tópico do livro que deixa todo profissional de marketing feliz: Sabemos que quase metade da população mundial é composta por mulheres e que elas são as principais responsáveis pelas decisões de compra.

Elas decidem por elas, pelos filhos e pelos maridos.

Duvida? Bom, casa e depois comenta.

Sendo assim, as mulheres comandam não só o mercado destinado ao consumo feminino, como de cosméticos e serviços de beleza, como também as decisões de compra em geral.

Como os homens compram e consumidores da melhor idade são tópicos deste capítulo que vou deixar pra você ler.

Outro ponto essencial do livro é o “discurso fechado”:  tenha sempre um começo, meio e fim em suas mensagens.

O “discurso quadrifásico” explica as 4 fases que o seu texto deve ter:

  1. Exórdio: princípio do discurso (pode ser um elogio, um conselho, uma censura).
  2. Narração (é a história da matéria propriamente dita).
  3. Provas (por que tudo que você escreveu é verdade?)
  4. Peroração ou epílogo, que é a assinatura, a conclusão que visa incitar a paixão e incentivar o leitor a alguma ação, o nosso famoso call-to-action.

Características do texto publicitário, discurso deliberativo, coesão textual, associação semântica, figuras de linguagem, uso da palavra você, precificação com algarismos 9 e apelos call-to-action são alguns dos outros pontos explicados que com certeza irão ampliar as suas vendas significativamente.

A partir da página 133, o livro conta sobre a publicidade na internet: a nova fonte de consumo.

Como um profissional que trabalha com internet a mais de 10 anos, me surpreendi em ler as informações contidas no livro depois do banquete de conhecimento teórico e prático da primeira parte.

Banners, pop-ups, newsletters, hot sites e outros conceitos são vistos sob outro ângulo agora. No capítulo 9 é apresentado como medir a eficiência do marketing digital, fundamental.

Gostaríamos de agradecer à Novatec e à Lilian pelos esforços em realizar esta obra, que com certeza será de grande auxílio para muitos profissionais do marketing e da publicidade.

Além de termos ganho o livro, a editora disponibilizou um código promocional para os leitores do Vitamina Publicitária que comprarem o livro pelo site. É só adicionar o código “vitamina” no site da Editora Novatec que disponibiliza 20% de desconto.

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Gostou? http://novatec.com.br/livros/neuromarketing/

A ciência por trás das recomendações nas redes sociais

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Você já se perguntou o que inspira os consumidores a recomendarem uma marca nas redes sociais ou falar algo positivo sobre? Foram essas questões que levaram o Social Media Link a entrevistar mais de 24 mil consumidores de mídia social.
Dos entrevistados, 71% dizem confiar mais em um produto visto no Facebook do que em qualquer outra rede social. Uma vez que compram os produtos, 54% divulgam sua aquisição na plataforma de Mark Zuckerberg.

Grande parte dos participantes (88%) afirma que a credibilidade é maior quando a uma resenha é feita por um conhecido, enquanto 78% confiam mais em blogueiros. Porém, se o post foi patrocinado esse índice cai para 48%.
Veja as informações completas no infográfico abaixo:

 
Fonte: Proxxima

Online to offline: a nova maneira de comprar

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Seja para pedir um táxi, reservar uma mesa em um restaurante ou até receber cupons de desconto, o smartphone se tornou uma ferramenta essencial para a realização de tarefas cotidianas. Cada vez mais simples e prático, o universo mobile transcende o digital e deixa o público em contato com experiências no mundo off-line.

Especialmente no Reino Unido e na China, uma tendência conhecida como click and collect, ganha força não apenas para compras, mas também para promoções e programas de fidelidade. Os consumidores adquirem produtos ou aceitam benefícios no digital e os resgatam em uma loja física. Segundo dados da consultoria OC&C, no Reino Unido, o volume de compras realizadas online, mas com pedido de retirada em loja física, deve superar o delivery em 2015.

Essa tendência é vista como positiva por lá, inclusive do ponto de vista do planejamento urbano, como potencial para alavancar a atividade comercial nas ruas das cidades britânicas. O próprio ministro do planejamento Brandon Lewis já se posicionou sobre a necessidade de ajudar o comércio a sobreviver diante da concorrência do e-commerce e, mais recentemente, do m-commerce, visto que a maneira como as compras são realizadas está mudando radicalmente.

Para as marcas, a utilização do click and collect permite a criação de uma jornada profunda de relacionamento e engajamento, que deve ser totalmente alinhada ao posicionamento de cada marca. E é aí que a tecnologia mobile faz toda a diferença. Utilizando os recursos dos smartphones, marcas podem criar interações totalmente personalizadas e usando o contexto para envolver os consumidores em ações promocionais.

Imagine uma rede de fast food que te oferece cupons de desconto para um café quente nas manhãs de inverno e um sorvete nas tardes de verão. Ou seu restaurante favorito oferecendo um desconto em um dia da semana em que você costuma comer fora de casa. A experiência se completa quando você consegue resgatar esses benefícios de maneira fluída, sem precisar imprimir nada ou soletrar nenhum código à atendente no ponto de venda.

Os smartphones permitem ainda a utilização de outros recursos para compor a transição entre on-line e off-line, como os “iBeacons”, que dialogam com os celulares via Bluetooth proporcionando interações microlocalizadas e transformando as lojas em centros de experimentação e engajamento.

A evolução crescente do mobile tem aberto novas oportunidades para o relacionamento entre marcas e consumidores. No Brasil, estamos tratando de um mundo que ainda ganha força. Não existe uma fórmula mágica para aplicar o on-line to off-line (o2o), mas as ferramentas necessárias já estão disponíveis e as marcas de vanguarda colherão os frutos do engajamento mobile.

Fonte: Proxxima