Infográfico: como o uso das redes sociais afetam o nosso cérebro

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A internet já se tornou parte da nossa rotina e é quase impossível ficar sem acessá-las. Mas, de que forma essas plataformas podem influenciar as conexões do cérebro humano? Para encontrar uma resposta para essa questão, a empresa TollFreeForwarding criou um infográfico que ilustra esse efeito.
As informações mostram que tuitar por dez minutos eleva o nível de ocitocina do sangue em 13%, gerando sentimentos prazerosos que podem levar ao vício psicológico. Além disso, navegar na internet por apenas cinco horas pode mudar toda a configuração do cérebro.
Confira:

 

Com informações do Social Media Today 

Fonte: Proxxima

11 dados de marketing na mídia social que anunciantes devem saber

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O Twitter anunciou que começou a inserir conteúdo na linha do tempo dos usuários. Já o Facebook utiliza o algoritmo Edgerank, que foi desenvolvido para determinar o que é exibido no newsfeed. E o YouTube continua a tocar vídeos de anúncios antes dos clipes que o usuário quer assistir.
Parece que o conteúdo orgânico continua a diminuir à medida que os titãs da mídia social tentam expandir sua receita publicitária.
Será que os anunciantes e criativos devem mudar o foco para o lado da publicidade paga? Se o conteúdo orgânico não é reconhecido, a resposta pode ser um enfático “sim”.
Leia 11 fatos e estatísticas impressionantes sobre o marketing na mídia social:
– 1 milhão: o número de PMEs que veiculam anúncios no Facebook
– 500 mil: o número total de páginas no Facebook com posts patrocinados
– 2,5 milhões: o número total de posts promovidos no Facebook
– 59%: porcentagem da renda do Facebook que vem do mobile
– 21,7%: O share global do Facebook de receita publicitária mobile em 2014
– 45%: porcentagem de anúncios no SuperBowl que incluíram hashtags no Twitter
– 81%: porcentagem da receita publicitária do Twittem em mobile
– US$ 200 mil: custo de um Promoted Trend de 24h no Twitter
– US$ 5,6 bilhões: receita que o YouTube espera gerar em 2016
– US$ 850 milhões: quantidade de receita de vídeos publicitários que o YouTube veiculou nos EUA
– US$ 100 milhões: quantia estimada que o Samsung destina em publicidade no Facebook anualmente, o que torna a empresa a maior anunciante da rede social
Veicular em redes sociais mais estabelecidas como Facebook, Twitter e YouTube quer dizer obter dados mais avançados, o que demonstra a relevância de promover conteúdo na mídia social.
Seja você uma empresa do porte da Samsung ou uma menor, os resultados falarão por si mesmos.
Por que o Instagram é a rede social que mais cresce?
Plataformas mais novas como Instagram permitem que empresas comecem a veicular anúncios por meio de fotos. Segundo O Tech Crunch, a razão pela qual o Instagram é tão popular se deve ao número limitado de distrações no serviço.

Fonte: Proxxima
A questão real é como os anunciantes reagirão se o alcance orgânico no ambiente social continuar a cair. Criar conteúdo atraente leva tempo. Mas o esforço recompensa.
Se não existe recompensa para o conteúdo orgânico, algumas das redes sociais mais poderosas podem começar a perder usuários. A menos que profissionais aceitem a condição de pagarem para serem vistos. Se for esse o caso, as estatísticas acima continuarão a crescer,

29 dicas para marcas serem bem-sucedidas no Instagram

Infográfico: 29 dicas para marcas serem bem-sucedidas no Instagram

Usar o Instagram para compartilhar bastidores da empresa é apenas uma das várias possibilidades que a plataforma oferece às marcas. A rede social de compartilhamento de fotos é um meio excelente para cravar a identidade de sua empresa e manter consumidores atualizados sobre novidades.
No infográfico abaixo, você verá 29 dicas sobre como construir um marketing bem-sucedido no Instagram. Confira:

 
Fonte: Proxxima

7 passos para as marcas conseguirem engajar consumidores em tempo real

Social media: 7 passos para as marcas conseguirem engajar consumidores em tempo real

Como você sabe se está atendendo às expectativas de seus consumidores? Para 51% das marcas, o engajamento em tempo real na social media é o principal desafio.
Consumidores sempre conectados exigem soluções rápidas e fáceis para seus problemas. Porém, marcas estão lutando para atender às expectativas dos consumidores e estão perdendo audiência, tempo e dinheiro.
Engajar os consumidores em tempo real não é algo que acontecerá da noite para o dia. Mas o caminho para o sucesso é reconhecer esses entraves e identificar quais são os passos que sua companhia precisa dar.
Com base nos pontos mais delicados, leia os sete passos para conseguir dominar o engajamento na mídia social em tempo real:


1) Monitore e mensure o fluxo de menções à sua marca

Ouça seu público nas redes sociais e desenvolva um entendimento da reputação da sua marca. Monitore tudo que está sendo falado sobre sua empresa e rastreie todas as conversas relevantes. Não aja de imediato e escute antes de estruturar sua resposta em tempo real. Mensure quem, o quê, quando, onde e como as pessoas falam sobre sua marca.

2. Gerencie todas as menções de um só lugar
Acompanhe sua marca em todas as plataformas e fontes de forma unificada e simples – de um só lugar. Se você usa diversas ferramentas e gerencia várias redes ao mesmo tempo, as mensagens podem passar despercebidas. Para evitar que isso aconteça, concentre as mensagens em um espaço só.
3. Localize tendências e fontes de social media analytics
Assim que as marcas tiverem um overview dos dados que estão obtendo, determine quais são as redes sociais mais importantes para sua marca. Então recorra ao analytics para assimilar essas informações.
Mergulhar de forma profunda nos dados permite que a marca tenha uma visão completa de todos os canais fundamentais para o negócio. Ao filtrar as palavras-chave corretas desde o começo, as marcas poderão filtrar o barulho das redes sociais.

4. Divida o trabalho em caixas de e-mail filtradas e separadas.
Com o volume de mensagens que a marca recebe a todo instante, é necessário dividir o trabalho entre os responsáveis pela social media. Nesse ponto, você terá que estruturar sua resposta. Distribua tarefas individuais para as pessoas que trabalham em sua equipe para evitar que o material seja duplicado. Com caixas personalizadas e papeis delegados, você garante que cada membro da equipe cuide de um número específico de mensagens.


5. Crie uma estratégia de engajamento e empodere seu time

Sem uma estratégia de longo prazo, a experiência do consumidor perde o valor. Crie uma estratégia de social media que envolva todos os departamentos.
Depois de finalizar sua estratégia de engajamento, dê a oportunidade para que seus funcionários coloquem sua expertise em prática. Ensine o básico, recue e confie em sua equipe. Entenda que você não pode controlar tudo, mas educar e empoderar seus funcionários é um grande passo à frente.
6. Desenvolva um hub central de conhecimento
Estabeleça um hub onde você possa encaminhar informações diretas para os clientes. Ajude-os a encontrar soluções com um só clique. Isso dá agilidade às respostas, expande a eficiência e colabora com o desenvolvimento do produto e serviço.


7. Integre um software para contextualizar conversas

Colete muitas informações contextuais sobre seus consumidores. Para entregar uma experiência excepcional ao consumidor, integre o software a uma única rede social. Desenvolva um perfil com todas as informações para completar a experiência digital. Integrar outro software resulta em mais contexto e permite soluções melhores.

Fonte: Proxxima

Precificação Dinâmica e psicologia dos preços

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A Precificação Dinâmica pode ser uma estratégia poderosa para os varejistas aumentarem receita e lucro. Com o surgimento da inteligência de preços e das ferramentas de precificação, hoje podemos re-precificar produtos de um jeito bem fácil e preciso, com base em regras que consideram alguns fatores importantes para a obtenção do lucro. Vamos entender mais a fundo como a Precificação Dinâmica atua na psicologia dos preços – e, principalmente, como o “efeito de contraste” pode ajudar.

Preço de referência e “efeito de contraste”

Veja a seguinte situação:

Cliente A – Uma mulher foi comprar um vestido numa determinada loja. O vestido estava com um desconto de R$20,00 por causa de uma promoção. O preço original era R$80,00, mas ela só teve que pagar R$60,00 (75% do valor inicial).

Cliente B – Outra mulher foi a outra loja, querendo comprar o mesmo item que a Cliente A. O preço (original) do vestido era R$50,00. Ele não estava remarcado, mas ela pagou menos pelo mesmo vestido que a Cliente A.

Quem fez o melhor negócio?

Um economista comportamental diria que foi a Cliente A. Por que uma pessoa que pagou mais caro ficaria mais feliz com sua compra do que alguém que pagou menos? Podemos explicar isso de duas formas, ambas baseadas na psicologia dos preços. A Cliente A tem o preço original como referência para poder comparar com o preço depois do desconto. Ela consegue ver o quanto está economizando, ao contrário da Cliente B. Preços fixos não tem um apelo tão grande, mesmo sendo mais baixos. Os clientes ficam mais satisfeitos e sentem que fizeram um melhor negócio quando recebem um desconto, ao contrário de quando se sentem reféns de um preço que não muda. O outro motivo psicológico é que, normalmente, o consumidor fica mais feliz quando paga para ter mais (ou sabe que o preço inicial era alto), como se tivesse uma garantia de qualidade. Na maioria das vezes isso é considerado uma verdade; produtos mais caros tendem a durar mais que os baratos.

A demanda é inversamente proporcional ao preço relativo

E os preços da concorrência? Nós sabemos que hoje o consumidor compara mais do que nunca, e comparar está ficando cada dia mais fácil. O “efeito de contraste” se aplica aqui novamente. Como está o seu preço em relação ao da concorrência? Os clientes estão atrás dessa informação, e isso afeta a demanda pelo seu produto. O preço relativo é a relação do seu preço com o do seu concorrente. Preços absolutos ou nominais, para dizer a verdade, não importam nessa situação.

Como os players do eCommerce estão cada vez mais usando estratégias de Precificação Dinâmica e investindo em ferramentas para levá-las adiante, as mudanças de preço estão mais frequentes. Sendo um profissional da área, se você não se adaptar ou não responder a essas mudanças, o seu preço relativo será afetado e, consequentemente, sua demanda. O preço relativo é um custo de oportunidade e faz parte do processo de decisão de compra. É claro que você pode agregar valor de outras formas (atendimento ao consumidor, frete, políticas de troca, etc.). Mas olhando agora somente para o preço – se você não estiver antenado nas tendências dos seus produtos, dará uma grande vantagem aos seus concorrentes. Vários tipos de dados podem influenciar os algoritmos da Precificação Dinâmica, mas a análise comparativa da concorrência é, definitivamente, um fator crucial.

A Precificação Dinâmica está em alta no mercado de eCommerce e veio para ficar. O WisePricer é uma ferramenta que pode ajudar tanto com o rastreamento de dados quanto com a implementação de uma eficiente estratégia de preços.

Fonte: E-commerce News