O impacto do Facebook nas estratégias de marketing digital

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O Facebook está morrendo? O alcance dos posts na rede está diminuindo? O que esperar da maior plataforma social do planeta?

Para entender qual é o papel do Facebook no futuro do marketing digital de empresas e agências, o Scup Ideas coletou a opinião de 209 profissionais em pesquisa realizada por e-mail.

O objetivo foi investigar o protagonismo atribuído ao site criado por Mark Zuckerberg, bem como as expectativas em relação aos seus retornos sobre o negócio, a visão dos entrevistados sobre sua longevidade, entre outros temas.

O estudo serve como um termômetro de sensações e perspectivas do mercado a respeito do significado do Facebook para suas estratégias de negócio.

Confira o infográfico com alguns destaques abaixo:

scup-marketingfacebook (1)Fonte: Scup Ideas

 

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Como diminuir a taxa de abandono de carrinhos no e-commerce

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Apesar de todos os esforços aplicados ao seu e-commerce para aumentar a conversão de pedidos – incluindo estratégias como otimização de landing pages, campanhas de marketing, precificação, conteúdo, entre tantas outras – em torno de 63% dos carrinhos são abandonados no e-commerce.

Esse dado, da empresa de análise de dados Fireclick, aponta que pelo menos 6 de 10 pessoas que já estão na fase final de fechamento de pedido no e-commerce desistem da compra.

De acordo com a Forrester Research, as principais causas apontadas por usuários para o abandono de carrinhos de compra em lojas virtuais são:

  • 44% dizem que os custos de frete são muito altos
  • 41% ainda não estavam prontos para comprar os produtos
  • 27% queriam comparar preços
  • 25% concluíram que o preço era maior do que estimaram
  • 24% queriam guardar a compra para outro momento

Outro estudo, da Wordplay, demonstra algo similar: a maior parte dos usuários abandona o carrinho de compras porque acaba encontrando custos extras inesperados, preços melhores ou porque ainda estava em uma fase de pesquisa sobre o produto.

Seguem algumas estratégias para aumentar a sua taxa de conversão do carrinho de compras, diminuindo o abandono:

  • Frete gratuito: considerando que frete tem um custo alto e nem sempre é possível oferecer gratuitamente, uma boa estratégia é aproveitar esse desejo dos clientes como uma oportunidade para aumentar seu faturamento. Caso você tenha uma média por pedido de R$180,00 e queira aumentar esse nível, considere oferecer frete gratuito para quem fazer pedidos de pelo menos R$200,00, por exemplo;
  • E-mails de remarketing: use os e-mails a seu favor. Identifique quais clientes abandonaram o carrinho de compras e envie um e-mail com um resumo do pedido abandonado, oferecendo frete gratuito ou outras vantagens. Esses usuários são fortes potenciais clientes pois já conheceram seu e-commerce, seus produtos e chegaram até a fase final de um pedido;
  • Campanhas de remarketing (search e display): como grande parte dos usuários que abandonam o carrinho de compras o fazem porque ainda não estão preparados para comprar ou estão pesquisando preços, é fundamental que você continue no radar deles o máximo que puder. Considere criar campanhas de remarketing, principalmente em mecanismos de busca, pois são grandes as chances de seu cliente em potencial continuar procurando por lá. Você pode apresentar o mesmo produto pelo qual ele se interessou com algum diferencial (como desconto, frete gratuito, item extra etc).

O entendimento dos motivos que levam seu cliente a abandonar o carrinho é o primeiro passo para o sucesso no aumento de conversões.

Apresentamos aqui médias mundiais, mas uma análise mais aprofundada do que ocorre especificamente em seu e-commerce é fundamental para criar estratégias adequadas ao seu negócio.

Boas vendas!

Fonte: E-commerce Brasil

O dia em que o Waze me levou ao cemitério das inovações na propaganda

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Andava de carro outro dia com o Waze ligado quando um anúncio apareceu no navegador e me levou até a minha infância. Mais precisamente, à cozinha da casa da tia Tereza.
Tia Tereza era a pessoa mais novidadeira da família. Naquela época, começo dos anos 80, as grandes inovações do cotidiano aconteciam no segmento de utilidades domésticas. Surgiam o tempo todo apetrechos incríveis para ajudar as donas de casas em seus afazeres. Descascador de abacaxi. Separador de gema de ovo. Abridor de vidro de azeitona emperrado. Forminha pra fazer picolé.

Tia Tereza tinha todos eles, que ia descobrindo nas lojas, nas revistas ou na UD, a concorridíssima feira de utilidades domésticas que atraía mais gente que o Salão do Automóvel. Abrir as gavetas da cozinha da casa dela era uma diversão. Meu utensílio favorito era um dispositivo para chupar laranja sem descascar. Bastava espetar na fruta, girar de um lado pro outro, e o caldo descia por um canudo.

O anúncio no Waze me mandava virar à direita para ver o mais novo lançamento da construtora Brooksfield. Fiquei um pouco incomodado com a propaganda tapando metade do navegador, mas ela sumiu logo, sem causar prejuízo. Imagino que os engenheiros do Waze saibam o momento exato de exibir essas propagandas, que não atrapalhe a navegação nem cause um acidente de trânsito. Já pensou ser responsabilizado pela trombada?

“Seu guarda, eu estava morrendo de fome e, bem na curva, apareceu um anúncio com uma picanha suculenta…”

A Última Inovação Publicitária
Como não estou em busca de apartamento para comprar, segui em frente. Mas a propaganda no navegador me fez pensar na atração que as inovações exercem sobre as pessoas. Percorri o caminho da cozinha da tia Tereza ao marketing moderno. E parei pra pensar nas opções que os anunciantes têm hoje em dia. Diante de tantas possibilidades, como saber se você está usando a combinação mais adequada de plataformas e mídias? São tantas…

Recentemente, um amigo passou a vender propaganda em celular. Até aí, nenhuma novidade. “Mas a nossa combina geolocalização com recorte demográfico”, ele enfatizou. A empresa em que ele trabalha monitora os deslocamentos do público não pelo GPS, como o Waze, mas pelas antenas de celular na rua. “Quando você se descola, seu celular vai se comunicando automaticamente com a antena mais próxima, para ficar disponível para as chamadas”, explicou. “Isso permite descobrir onde as pessoas moram ou trabalham e planejar as campanhas.” As informações demográficas vêm do cadastro e do histórico de contas do cliente. Juntando as duas coisas, o sistema permite, por exemplo, que uma butique chique envie um torpedo com uma oferta especial apenas para as mulheres de classe A que trabalham a até 300 metros da loja. O Google tem um sistema semelhante, que usa o GPS e, dizem, até os sinais de wifi captados pelos carros que fotografam para o Google Street View.

Outro conhecido vende um serviço de e-commerce em vídeo. Você clica nos produtos que aparecem no vídeo e eles vão para o carrinho de compras. Depois, é só concluir a operação. Segundo ele, funciona especialmente bem em tutoriais, como uma aula ensinando a fazer churrasco (você clica nas facas, nos espetos…) ou num curso de maquiagem (batom, sombra, rímel…).

Acho esse mundo fascinante. Mas creio que muitas dessas inovações encantam mais pela engenhosidade do que pelo resultado que proporcionam ao anunciante. Portanto, não terão vida longa. Foi assim com o Second Life, que há dez anos prometia um mundo paralelo para as marcas, o consumo e a publicidade, depois sumiu. Mais recentemente, aconteceu o mesmo com os sites de compra coletiva.

Outro canto da sereia fez várias marcas de consumo produzir sites de conteúdo. Sonhavam atrair a atenção dos consumidores e não precisar mais comprar mídia para divulgar seus produtos. Lembro especialmente de uma marca de eletrodomésticos que chegou a investir em propaganda em revistas para mostrar não os seus aparelhos, mas sim o site de culinária que havia criado. A audiência nunca decolou.

Quais inovações em mídia digital para anunciantes ainda estarão entre nós daqui a cinco, dez anos? Quais são puro modismo e estão fadadas ao desaparecimento? Fácil prever que links patrocinados do Google, filmes de 5 segundos no Youtube, banner na timeline do Facebook ou no ecossistema da mídia programática são candidatos a um lugar no futuro.

Mas suspeito que muitas novidades que hoje fazem grande sucesso em planos de comunicação vão virar história como as gavetas da tia Tereza.

Fonte: Meio&Mensagem

6 tendências de content marketing que devem fazer parte dos planos de empresas B2B

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Content marketing de qualidade ajuda na construção da marca, além de impulsionar a confiança e a percepção dos consumidores. Esse tipo de marketing é capaz de posicionar a empresa como fonte de informação confiável e crível. Compartilhar e promover conteúdo relacionado a indústria atrai pessoas para os canais de mídia social e para os produtos.
1) “Diretor de conteúdo” é o novo cargo altamente requisitado
A pessoa responsável por essa função ajuda a coordenar vendas e atividades de marketing para garantir que os dois departamentos atinjam os mesmos objetivos. Esse profissional também ajuda o negócio a incorporar as melhores estratégias de content marketing, incluindo webinars, vídeos e posts de blogueiros convidados.
Ao definir estratégias e olhar a execução como um todo, o diretor de conteúdo assegura que a mensagem continue focada na marca. Aquele que fica responsável por esse papel precisa ter um bom entendimento sobre criação, gerenciamento e distribuição de conteúdo em múltiplas plataformas para alcançar o máximo de pessoas do target da empresa.


2) Otimização do mobile é essencial

Um relatório de 2014 realizado pelo Pew Research Center revela que 90% dos norte-americanos com idade acima de 18 anos têm celulares e quase 60% têm smartphones. E quase metade dos adultos dos EUA possuem tablets.
Diante desse share expressivo, não é surpresa que uma pesquisa da Morgan Stanley afirme que a conexão mobile ultrapassará o acesso via laptop em 2015. Tendo em vista a queda do preço dos smartphones, o estudo ressalta a necessidade de se fazer content marketing para dispositivos móveis.
Não importa o formato – podcast, newsletter, artigo –, é fundamental otimizar o conteúdo para mobile. Se não investir nisso, sua empresa corre o risco de não alcançar grande parte da audiência.
3) A evolução do vídeo postado por um convidado
Muitas empresas já investem em posts de convidados, mas o resultado pode ser ainda maior se sua marca fizer um vídeo. Convidados podem entregar vídeos de alta qualidade e engajados para informar e educar a audiência sobre diversos assuntos. O vídeo permite que o contador mostre o que sabe, além de contar.
4) Engajar influenciadores da indústria
Não pense que você tem que criar todo conteúdo internamente. Trabalhe com influenciadores que têm vozes respeitadas e peça para que eles desenvolvam conteúdo que possa ser distribuído pela sua empresa.
Por exemplo, você pode solicitar a um consultor que escreva sobre seu novo produto. E embora você não tenha total controle sobre o conteúdo, ganhará credibilidade e confiança por trabalhar com alguém de fora.
Outra alternativa é recorrer a alguém da equipe de marketing para fazer um aúdio ou vídeo com o influenciador. Edite o conteúdo e o distribua nas redes sociais e no site da empresa. Então peça para que o influenciador compartilhe o conteúdo com seus seguidores.
5) Plataforma de conteúdo
Algumas empresas colhem bons resultados com a criação de uma plataforma online onde visitantes podem obter informações relevantes sobre a indústria.
Cursos online, módulos e ferramentas de auto-teste podem ser algumas das possibilidades. Crie uma check-list para ter certeza de que seu público está recebendo conteúdo de qualidade.
6) Use o Google + e o SlideShare
Existe vida além do Facebook. Muitas redes sociais conseguem desempenhar um ótimo papel em ajudar anunciantes B2B a entregar content marketing. O Google +, por exemplo, é uma ótima plataforma para compartilhar conteúdo com contatos profissionais.
O Slide Share também é um canal importante para compartilhar conteúdo, pois nele é possível criar apresentações e compartilhá-las de forma fácil com grupos.

Fonte: Proxxima

Engajamento, “now-ism” e o mapeamento do fluxo do cliente

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Quando você considera a “jornada do consumidor”, no que você pensa? Você consegue traçar um caminho claro da compra dele ou você está mais propenso a questionar se a fluxo de compra do cliente realmente existe?

Em uma palestra recente, o líder do Lab Media do MIT, Joi Ito nos incentivou a nos tornar “now-istas”. Ele disse que enquanto nós estamos todos ocupados com planejamento, em todos os aspectos de nossas vidas, “a internet está acontecendo”. Espontaneidade e colaboratividade substituíram a previsibilidade e o planejamento linear.

É uma verdade que o engajamento e o comércio está cada vez mais “omnichinnel”. Enquando o antigo engajamento do cliente era claro, agora os “touchpoints” e novos tipos de engajamento estão criando rotas diferentes e sub-rotas no fluxo de compra do cliente. Entender o caminho que cada cliente faz é crucial, ao passo que o mapa linear fica cada vez mais obsoleto.

Vamos pensar nos inúmeros tipos de engajamento de clientes passivos e ativos que podem ser traçados através de vários canais e dispositivos:

Pontos de engajamento para clientes passivos são geralmente aqueles que estimulam o awareness (conscientização) ou consideração no topo do funil – navegar em um website, clicar em um banner ou anúncio, ler um post nas redes sociais ou abrir um e-mail marketing.

Pontos de engajamento para clientes ativos geralmente são mais próximos de onde o awareness e a preferência convergem em vendas e fidelização – cadastros no site, inscrições para envio de newsletter, sharing e comentários nas redes sociais ou mesmo compra de um produto.

Entre esses dois pontos existem vários “mini-pontos” de engajamento que são mais difíceis de mensurar como a leitura de um terço de um artigo ou participar de uma conversa. Todas essas experiências constroem uma posição única do cliente no processo de engajamento com uma marca.

Considere um cliente fiel da sua rede mobile. Esse cliente faz parte de uma série de ações de fidelidade e recebe alertas de e-mail sobre seus filmes favoritos e novidades de música. Como ele reagiria quando um representante comercial tentasse vender via SMS um serviço que ele já usa (ou que nunca gostaria de usar) em um canal diferente?

Então qual é a resposta quando tentamos entregar a melhor experiência para nossos consumidores? Com certeza o engajamento do cliente e os estímulos psicológicos não podem ser mensurados pela empresa. Mas abordagens em tempo-real baseadas em ouvir e aprender permitem a experiência do cliente e sua jornada serem relevantes, contextuais e personalizadas.

Fonte: Ecommerce Brasil

6 maneiras para mensurar dados nas plataformas de social media

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Grande parte das interações entre anunciantes e consumidores acontece pelas redes sociais. Para que as marcas possam estreitar e manter um relacionamento de valor com seu público, é preciso saber o que está funcionando e o que não está. Dessa forma, as métricas tornaram-se parte essencial no trabalho de social marketing. Confira os seis elementos de mídia social que as empresas devem monitorar:
1. Visitas a campanhas
Visualizações nos anúncios representam o número de vezes que um usuário acessou uma página que contém os perfis das marcas nas redes sociais. A maioria dos sites também apresenta opções para o visitante curtir a página no Facebook, tuítar ou compartilhar no LinkedIn. Dessa forma, é possível monitorar o número de vezes que o conteúdo é acessado, além da interações geradas.
2. Interações
Ao medí-las, é importante compará-las ao número de visitas, pois essa relação é o que representa o nível de engajamento da audiência. Dessa forma, é possível entender como cada segmento impacta um público diferente de acordo com o conteúdo.
3. Compartilhamentos
São similares a interações, mas são um indicador ainda melhor. Conquistar curtidas e seguidores é um ótimo sinal, mas é por meio de compartilhamentos que o resultado se mostra eficiente. Afinal, o consumidor está passando a mensagem da marca adiante.
4. Cliques resultantes
Correspondem ao número de vezes que as pessoas visitaram a página da empresa em resposta a compartilhamentos/retuítes. Os resultados se apresentam a partir dessa atividade, afinal, a maioria das pessoas confia mais em seus amigos e familiares do que em anúncios, e é exatamente isso que confere poder às redes sociais.


5. Inscrições

Referem-se ao número de internautas que clicaram em um link, foram direcionados à pagina da marca, e preencheram um formulário para receber uma oferta. Seja um conteúdo interessante, uma inscrição para um concurso ou uma promoção, é preciso convencer o visitante a se inscrever.


6. Influenciadores

Uma vez que a campanha está completa e há uma quantidade significativa de dados coletados, é hora de determinar quem são os maiores influenciadores da marca. Ou seja, quem está utilizando as redes sociais para expandir o alcance da empresa.

Fonte: Proxxima

Suas campanhas de e-mail estão preparadas para o mobile?’

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Desenvolver um conteúdo responsivo e multiplataforma se tornou uma questão de sobrevivência para as empresas que apostam no e-mail marketing. Segundo pesquisa realizada recentemente pela eMarketer, a base de usuários de smartphones no Brasil apresentou um aumento de 40,2% no ano passado, chegando a mais de 30 milhões. Até o final deste ano, a previsão é de que haverá um aumento de 28% dos usuários considerando toda a América Latina.

Em um cenário onde metade dos usuários de smartphones leem e-mail exclusivamente pelo celular – de acordo com estudo feito pela Qualcomm Survey – é fundamental que você prepare todas as suas campanhas para serem disparadas e lidas apropriadamente nesses dispositivos móveis. É por esse motivo que trouxemos, nesse post, algumas dicas para que você redesenhe sua estratégia e crie campanhas que atendam todos os requisitos básicos nesse aspecto. Confira!

Atenção para o tamanho e o formato

Um dos principais cuidados a serem tomados nas campanhas destinadas aos smartphones é considerar o tamanho da tela. Por esse motivo, ao criar seus textos, é fundamental, por exemplo, considerar o tamanho da fonte e do título. Para não haver distorções nas pequenas telas, o ideal é criar fontes com o tamanho de 13 px e, no caso do título, não superar o limite de 15 caracteres. Facilitar a leitura é, também, garantir melhores resultados.

Layout responsivo é imprescindível

Outra questão que deve ser avaliada é o layout com HTML responsivo. Sua campanha deve ser lida em qualquer tipo de tela, desde os notebooks até os smartphones. Para isso, é preciso criar todas as peças em coluna única, evitando o redimensionamento e as distorções. A largura do material também deve ser levada em consideração, devendo ficar entre 350 pixels e 600 pixels, no máximo.

Destaque especial para os CTAs

Assim como o formato do texto e do layout, o “botão” Call to Action (CTA) também precisa ser redimensionado para que mantenha o seu efeito chamativo nas pequenas telas. Não se esqueça de que os smartphones, em sua grande maioria, são desenvolvidos pelo conceito de tela sensível ao toque e, por esse motivo, os botões de ação devem ser grandes o suficiente para facilitar o contato. Além disso, usar efeitos de sombra e cores chamativas são opções atrativas.

Hierarquia do conteúdo deve ser obedecida

Quanto menor a tela, maior a importância da hierarquia do conteúdo que será apresentado. No e-mail marketing, costumamos nos referir a hierarquia top-down, em que o conteúdo vem sempre primeiro e, logo em seguida, o CTA. É fundamental evitar que o usuário precise rolar a barra para que consiga ler o conteúdo completo ou ter acesso ao Call to Action. Por isso, mantenha sempre esses dois elementos visíveis já na abertura do material, facilitando a vida do usuário e garantindo mais eficácia nas ações.

Você tem adaptado suas campanhas para a telefonia móvel?

Fonte: Ecommerce Brasil