Os 10 maiores erros do e-commerce

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O comércio eletrônico é uma vantagem às empresas, mas nem sempre ele é implantado corretamente. Você sabe quais são os maiores erros que alguns lojistas e empresários cometem ao implantarem uma loja virtual? Confira:

Plataforma: para um e-commerce é fundamental ter uma plataforma. O ideal é que o design seja clean e que contenha informações claras, separadas pelo mesmo segmento e categoria e com cores suaves. Ah, e ser bonito! Sim, um site bonito faz toda a diferença e conquista o cliente de cara.

Informações claras sobre o produto: sempre que compra pela internet, o cliente procura facilidade. O fato de não ver e pegar no produto dificulta um pouco e pode causar insegurança em alguns perfis de clientes. Por isso, deixar claro as informações do produto oferecido, material utilizado na fabricação e especificação de tamanho é importante.

Frete caro: o frete caro pode fazer o lojista perder 90% das suas vendas e fazer com que o seu futuro comprador desista  da compra, mesmo que o produto seja barato.

Formas de pagamento: oferecer apenas uma forma de pagamento é inviável. Muitos clientes precisam do produto para presente ou até mesmo atender uma necessidade pessoal e muitas vezes a forma de pagamento através de cartão é mais procurada devido à comodidade de realizar um parcelamento. Outras opções como boleto bancário também são válidas.

Comentários, pesquisas e contato: muitos compradores realizam pesquisas por meio da internet para verifcar a integridade da loja e índices de reclamação. Por isso, investir em medidas de segurança e certificações é muito importante e dependendo do que seja vendido na sua loja, acrescentar comentários reais de compradores no site facilita e cria confiança. Deixar claro e visível as formas de contato: telefone, horário de atendimento, redes sociais e endereços de e-mail facilita ainda mais as buscas e gera credibilidade.

Propagandas e cadastro obrigatório: pop-ups frequentes de propaganda e cadastro obrigatório faz de cara que o seu cliente desista da compra. Ele não entrou no site para ver propaganda e muito menos quer se sentir obrigado a criar um vínculo sem conhecer o seu produto.

Preço: o preço incluso no produto também é importante e tem que enquadrar com o perfil da sua loja. Preços altos e não compatíveis com o perfil faz a sua venda ir por água abaixo.

Processo muito longo para finalizar a compra: o cliente escolheu o produto, a cor e tamanho do produto, mas ao finalizar a compra existem diversas páginas até concluir o pagamento. Se possível, evite tais excesso e mantenha todas as informações em no máximo duas páginas.

Palavras-chaves: incluir palavras-chave por meio de anúncios vale muito a pena. Normalmente o cliente já sabe o que deseja. Muitos optam por ferramentas de buscas que já oferecem o que é procurado.

URLs: o cliente muitas vezes não vai saber o que significa, mas é importante certificar que a sua URL pode ser compreendida. O quanto mais claro melhor, pois isso também facilita na busca.

Fonte: E-commerce Brasil

Lições de um grande fracasso em marketing digital

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As ferramentas da comunicação online, como as redes sociais, facilitam a vida das empresas que querem comunicar-se diretamente com seus consumidores. E é exatamente nisso que pode residir um dos principais problemas das estratégias de comunicação.

É necessário lembrar que as mídias digitais não inventaram as comunidades formadas em torno de determinadas marcas – é só pensar na Harley-Davidson, por exemplo – mas, com certeza, tornaram esse processo muito mais fácil e popular. As estratégias de marketing digital, no entanto, algumas vezes cometem graves erros quando tentam formar e incentivar essas comunidades.

O projeto Pepsi Refresh é um exemplodesse tipo de equívoco. Lançada em 2010, a iniciativa da então segunda maior marca de refrigerantes do mundo disponibilizava mais de US$ 20 milhões para projetos de indivíduos, empresas ou organizações sem fins lucrativos que promovessem impacto social positivo nas suas comunidades.

A partir de uma mistura de conceitos de crowdsourcing e programas de fidelidade, os projetos inscritos eram escolhidos para serem financiados através dos votos dos consumidores em um site. Mas enquanto os indicadores de desempenho da empresa nas mídias sociais cresciam, seus negócios declinavam. A empresa perdeu a segunda colocação no mercado mundial de refrigerantes pela primeira vez na história, ficando atrás da Coca-Cola e da Coca Diet. E o projeto foi encerrado discretamente em 2012.

Para Greg Satell, consultor em estratégia digital e inovação, iniciativas sociais como o Pepsi Refresh não são uma panaceia. “Para construir eficientes plataformas para comunidades online não é suficiente estabelecer os canais e participar das conversas, a empresa deve conduzi-las”, segundo Satell. Ele aponta alguns elementos essenciais para o sucessos dessas estratégias. Pontos nos quais o Pepsi Refresh fracassou.

Um deles é construir credibilidade. Não da boca para fora e sim com ações que cumpram a missão proposta. O Pepsi Refresh fracassou porque ele não tinha relevância para a marca. Distribuir grande soma de dinheiro para projetos sociais diversos pode ter refletido o sentimento genuíno da organização, mas não teve real relevância para a identidade da marca a longo prazo. Os consumidores viram pouca necessidade de recompensar a empresa por seus esforços nesse sentido.

Nesse aspecto, Satell compara a iniciativa da Pepsi com o Open Forum Initiative da American Express, que busca empoderar pequenos negócios e tem funcionado muito bem. Ele destaca que o sucesso da iniciativa social da AmEx está em ser guiada pelo compartilhamento de valores que estão no DNA da empresa. “O crucial é que os princípios centrais da organização se tornem mantras, continuamente repetidos e aplicados”.

Outro ponto fundamental apontado por Satell é que o mais importante não é o tamanho da comunidade virtual construída e sim a densidade das conexões internas nessa rede. E isso provavelmente foi a grande falha do Pepsi Refresh, na avaliação de Satell. A empresa simplesmente disponibilizou as ferramentas e o dinheiro, mas não construiu essas conexões sólidas internamente, deixando a rede frouxa, sem coesão e sem liderança. “As tecnologias digitais podem empoderar as iniciativas sociais, mas estas dependem essencialmente do envolvimento e esforço humanos”, diz Satell.

Fonte: HSM

Produto encalhado no estoque da sua loja virtual? Tem solução!

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Assim como as lojas físicas, espalhadas por aí nas ruas e shoppings, a maioria dos e-commerces também possuem estoques. Justamente por isso, existe a necessidade de um investimento inicial não tão pequeno para garantir a compra dos itens que serão vendidos no ambiente on-line. E daí, surge uma segunda necessidade quase que imediatamente. Você precisa vender os produtos do seu estoque para fazer sua empresa girar. Se esse fluxo seguir, seu negócio estará muito mais próximo de ser economicamente saudável. Mas, e quando alguns produtos não contribuem para a movimentação financeira?

É comum que um comerciante se empolgue com a boa venda de alguns produtos em seu e-commerce e deixe de prestar atenção naqueles que seguem parados no estoque. Comum, mas nem por isso correto. É preciso checar há quanto tempo um item se encontra nas “prateleiras”. Você confere regularmente os relatórios de saída de mercadorias? Aliás, sua empresa emite relatórios quinzenais ou mensais que mostram como cada produto tem se comportado frente às vendas? Ter total conhecimento de como anda seu depósito é essencial para evitar a perda de itens comercializáveis e planejar estratégias de desencalhe.

Antes de qualquer coisa, se você trabalha com produtos com prazo de validade determinado, como suplementos alimentares, fique atento ao vencimento. Afinal, é inaceitável levar prejuízo porque um produto estragou no estoque. Faça promoções, baixe preços e anuncie a oferta. Ainda que seja preciso igualar o preço de venda àquele pago para adquirir o item, é melhor do que arcar com o prejuízo.

Se sua loja opera com bens não perecíveis, ainda é preciso verificar como anda o estado de conservação. Veja se a armazenagem dos objetos é segura para a manutenção da qualidade. Caso algum produto tenha sido esquecido e agora apresente embalagem desgastada ou uma peça de roupa esteja suja com poeira, por exemplo, não leve para comercialização – nem sob ofertas. Mantenha a qualidade do seu e-commerce, mesmo diante do prejuízo. Acredite, é preferível assumir essa perda à lidar com a insatisfação do cliente.  Ainda que o consumidor não solicite a troca, provavelmente não voltará a comprar em sua loja e, pior, fará propaganda negativa.

Hora de colocar os produtos em boas condições para andar. Analise e-commerces concorrentes e confira se o seu preço é competitivo. Ainda que ele fosse competitivo na época da aquisição, a concorrência pode ter baixado o preço, fazendo com que que sua oferta não seja mais satisfatória para o cliente. Lembre-se que ignorar o trabalho realizado pela concorrência é inadmissível no cenário online. Aqui, não existem barreiras geográficas que justifiquem grandes oscilações de preço.

Agora, se o problema for realmente falta de interesse do consumidor pelo perfil do produto oferecido, arme estratégias de venda. Ofereça descontos, condições diferenciadas de pagamento e coloque o produto como chamariz da página principal. As estratégias de marketing digital estão aí para ajudar nesses desafios, aposte em e-mail marketing, mídias sociais e links patrocinados para fazer seu estoque girar.

Outra alternativa que pode ser vantajosa para você e para o seu cliente é a oferta de descontos em compras combinadas. Assim que seu cliente colocar algum produto – que tenha relação com o encalhado – no carrinho de compras, programe sua página para que apareça a oferta de compra combinada com um preço reduzido. Ou mantenha o item “problemático” como produto relacionado (na parte lateral ou inferior da página) e com desconto.

Tenha em mente que não basta reduzir o preço para liberar um produto do seu estoque. O desafio é maior… É preciso criar o desejo de compra por algo que não tem despertado o interesse de seus clientes. Para não cair nessas armadilhas, controle com precisão o andamento do seu estoque e assim garanta compras de estoque mais inteligentes. Não comprometa a rentabilidade do seu negócio por falta de planejamento.

Fonte: E-commerce Brasil

6 passos estratégicos para marcas na mídia social

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Mais do que uma forma divertida de engajar usuários, a social media pode ser uma arma muito poderosa de marketing. Só que a maioria das empresas erra ao desenvolver um plano para esse ambiente.

Como qualquer outra estratégia de marketing, a mídia social inclui muitos elementos de praxe, como pesquisas para segmentar o público e descobrir o que consomem. Também é importante identificar as forças e as fraquezas da marca. Uma vez que você realizou essas buscas, é hora de começar a delinear estratégias e a traçar seu plano. Leia seis passos para definir seu plano de marketing na social media:

1) Tenha um gerente de social media
Com tantas atividades que envolvem um negócio bem-sucedido, a mídia social corre risco de ser deixada de lado. Antes de embarcar em uma campanha em social, é bom ter uma ou mais pessoas para serem responsáveis pelo monitoramento e publicação de conteúdo.

Desta forma, você garante que o conteúdo seja postado com regularidade e dê respostas a comentários e feedback. O staff deve monitorar as páginas da rede social 24hrs por dia, tarefa que pode ser facilmente cumprida por meio de alertas de e-mail e apps mobile.

2) Crie páginas patrocinadas
Determine quais redes sociais você quer usar. PMEs devem considerar pelo menos Facebook, Twitter e Google+. Em certos casos, incluir LinkedIn, Pinterest e Houzz também é pertinente. É importante definir a mesma identidade visual para todas as plataformas. As páginas do Facebook, por exemplo, oferecem elementos que podem ser incorporados para gerar impacto, como:

– Cores e fotos;
– Integração das fotos de perfil e de capa;
– Chamadas para ação;
– Indicação de como pessoas podem ligar ou contatar a empresa.

3) Desenvolva um calendário de planejamento
Deve ser criado a cada mês com os seguintes pontos:
– Húmeros de posts por semana;
– Horários que os posts serão feitos;
– Identificação do conteúdo para cada post.

4) Gere conteúdo engajador
Coloque-se no lugar do consumidor. Que tipo de informação eles gostariam de compartilhar? Veja algumas ideias de conteúdo:

– Dicas semanais e conselhos;
– Posts bem-humorados (e de bom gosto);
– Destacar e reconhecer os consumidores;
– Interação com perguntas que as pessoas responderão;
– Fotos e vídeos;
– Cupons e concursos;
– Amostras de produtos;
– Vídeos de “como fazer”;
– Vendas e eventos especiais.

5) Monitore respostas e rastreie resultados
Todo feedback precisa ser respondido. Se alguém elogia o produto, agradeça. Se são reclamações ou dúvidas, esclareça. É importante ter agilidade para responder aos comentários do público.

Tenha um bom sistema de rastreamento para que obtenha insights sobre o comportamento dos consumidores.

6) Use dados para entender o comportamento e reações do consumidor em relação aos seus produtos e serviços
Não tenha medo de pedir a opinião de seus seguidores, pois isso ajuda a identificar os pontos fortes e fracos da empresa. Além disso, a ajuda a desenvolver um relacionamento com os consumidores.

Fonte: Proxxima

Desenvolvendo plano de marketing para e-commerces

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Em muitos negócios, o marketing pode ser visto como secundário e que pode ser deixado de lado se o financeiro não vai bem, sempre sendo um dos primeiros investimentos a ser cortado.

Antes de falar de ações de marketing para seu e-commerce, é preciso que você tenha em mente que sem marketing seu e-commerce não crescerá bastante. Seu negócio não vai evoluir sem divulgação; e, nas crises, diferente da maioria de outros segmentos que cortam a publicidade, é muito comum o e-commerce ir na contra mão e, mesmo com reduções, mantém ativo o investimento em marketing.

Até o momento, você tomou todas as ações citadas nessa série com objetivo de criar uma boa loja online, e agora precisa que os clientes cheguem até ela!

Mas como fazer com que você seja notado? Afinal, quantos outros e-commerces atuam no mesmo segmento que você? Pois bem, uma das respostas é investir marketing digital. Um e-commerce não sobrevive se não investir nessa área. Mais ainda: não adianta só investir, é preciso saber investir.

As quatro frentes do marketing

Iremos abordar os 4 principais pilares do marketing:

  • Marketing de Conteúdo
  • Marketing de Relacionamento
  • E-mail Marketing
  • Marketing de Busca

Cada um deles tem uma função específica, mas todos devem trabalhar juntos de maneira coordenada.

Abaixo iremos descrever cada uma delas, dando exemplos de como utilizar cada uma delas.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo consiste em desenvolver materiais que atraiam seus clientes e potencias clientes. Esse conteúdo pode ser desenvolvido dentro de seu e-commerce, na descrição do produto ou ainda com a criação de um blog.

A ideia é desenvolver materiais em diversos formatos, como texto, vídeo e imagens, que tenham a ver com seu produto ou com seu negócio. Esses conteúdos podem ser desenvolvidos por 1) uma pessoa que seja contratada só para isso; 2) por agência; ou 3) por profissionais que já fazem parte de seu quadro de colaboradores.

Preferencialmente, esses textos devem ser desenvolvidos com técnicas de SEO, que consiste em utilizar parâmetros para fazer a empresa estar bem posicionada no Google de forma orgânica, ou seja, sem pagar por isso. Para isso, é preciso planejar o conteúdo, estudando as palavras-chave mais buscadas antes de sair escrevendo posts.

Um exemplo de ação: você tem uma empresa de turismo e precisa atrair visitantes. Você cria um blog para falar de viagens e atrações de lugares que quer intensificar as vendas de pacotes. O conteúdo ideal é ser atrativo e interessante, deixando o leitor com vontade de conhecer o local e comprar o pacote com a sua empresa.

Esse conteúdo pode ser utilizado em diversos canais, como busca orgânica, redes sociais ou mesmo seu email marketing. Abordaremos esses outros canais abaixo.

Marketing de Relacionamento

Essa frente consiste em manter um relacionamento frequente com o cliente (ou potencial cliente) da sua loja.

Como a maioria das lojas fazem, ter contas ativas em uma ou duas redes sociais é um ótimo primeiro passo e, principalmente, será mais barata do que outras ações de relacionamento, como via telefone.

Alertamos que ter uma conta em rede social só vale a pena se a mesma for atualizada com frequência, caso contrário, você poderá passar uma imagem negativa (de abandono) para seus potenciais clientes.

Pelas redes sociais, você cria um canal direto entre clientes e empresa, podendo receber opiniões positivas e negativas. Esse feedback constante é importante pois pode ajudar a guiar os próximos passos da sua loja virtual.

Lembra do blog sugerido no tópico sobre Marketing de Conteúdo? Utilize suas redes sociais para divulgar esses textos, pois aumenta o engajamento com sua base de clientes e eles podem até viralizar. Caso ainda não produza conteúdo, é possível compartilhar materiais de portais de notícias e blogs que tenham a ver com seu negócio. Outra sugestão é criar hashtags para seus consumidores postarem materiais interagindo com uma campanha sua.

Por exemplo, ainda usando uma agência de viagens, quando a pessoa estiver em algum destino turístico você pode estimula-lá a compartilhar fotos com a hashtag que você criou.

Outro exemplo, bastante atual (em 2014) é a campanha da hashtag #umbrindeavidareal, que está fazendo bastante sucesso em diversas regiões do Brasil, com frases engraçadas e verdadeiras como: “Cupcake é só uma desculpa para cobrar mais por um bolinho”.

O importante é se envolver com o cliente, fazendo de tudo para que o seu cliente continue lembrando-se de seu e-commerce e que acompanhe seus materiais, isso vai fazer ele escolher seu negócio para adquirir o que precisa.

E-mail Marketing

A mais tradicional ferramenta de divulgação de lojas virtuais continua sendo uma das que mais se convertem em vendas. Também com custo reduzido, o e-mail marketing funciona como uma ferramenta de contato direto com o cliente e pode ser usado de formas diferentes:

  • Trabalhar o lado institucional da empresa
  • Divulgar produtos genéricos
  • Divulgar produtos de acordo com o histórico do cliente na loja (compras e buscas anteriores)
  • Divulgar as publicações do blog
  • Divulgar as redes sociais

O E-mail Marketing exige alguns cuidados. Por exemplo, não enviar e-mails sem que o cliente solicite, pois você poderá ser penalizado, não podendo mais enviar e-mails (ou sempre caindo em SPAM).

O envio de e-mail marketing pode ser terceirizado, pois existem empresas que realizam esse tipo de serviço . Mas também é possível realizar por conta própria esse envio, basta que você mantenha uma lista atualizada de contatos.

A recomendação geral é buscar enviar conteúdo relevante para o usuário e com uma frequência baixa e consistente: 1 email por semana, por exemplo. Ser inconsistente ou muito frequente fará com que seus resultados sejam piores.

Marketing de Busca

Trata-se de anunciar no Google (via Adwords) e outras ferramentas de busca (como Yahoo e Bing). Quando você acessa o buscador, nota-se que os primeiros resultados surgem em destaque, aparecendo também ao lado (direito) da tela. Esses são os anúncios pagos que constituem o marketing de busca.

Qualquer um pode anunciar no Google. Para isso basta ter uma conta no Google Adwords e uma quantia para investir. Será preciso dinheiro para investir, já que o pagamento será feito por cliques recebidos (modelo conhecido como CPC).

Também chamados de Links Patrocinados, esses anúncios são uma ótima maneira de fazer com que as pessoas, futuros clientes, saibam que sua loja existe.

Próximos passos

Independente do tamanho de seu negócio, o marketing será sempre fundamental, pois com ele seu cliente vai chegar até você.

Nesse post, abordamos os pilares mais básicos do marketing, ideal para lojas que estão começando agora. Com esses pilares em mente, você já pode elaborar um plano de marketing para guiar suas atividades nos primeiros meses.

Fonte: E-commerce Brasil

A precificação dinâmica aplicada da feira ao e-commerce

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Alterar preços dinamicamente é mais recorrente do que se imagina. No mercado global, por exemplo, a resposta mais lembrada para os varejistas é que não há limites para as mudanças, de acordo com levantamento do RIS (Retail Info System) Custom Research, no início de 2014. A precificação inteligente transformou-se em ferramenta importante para quem quer atrair clientes, aumentar vendas e gerar lucro. Com esta solução, o lojista virtual mantém preços competitivos a qualquer hora do dia.

Entretanto, o tema ainda suscita dúvidas no e-commerce nacional. Muitos pensam que a precificação dinâmica não passa de uma técnica para aplicar descontos e vender produtos mais baratos. Outros imaginam que aumentar o valor dos produtos também pode ser temerário, pois afastaria clientes. Na realidade, a precificação faz parte do cenário brasileiro há muito tempo. Veja duas situações corriqueiras que comprovam a presença da ferramenta no comércio nacional:

Cena 1 – Na feira

Dois feirantes disputam literalmente no grito a preferência dos consumidores. A feira se aproxima do fim e, para não ficar com estoque excedente para o próximo dia, um deles resolve aplicar descontos e muda seu preço. Então, o segundo feirante, que está de olho no concorrente, percebe a tática e também resolve diminuir seu valor.

Cena 2 – No e-commerce

O dono de uma loja virtual também precisa monitorar os concorrentes em tempo integral. A qualquer momento, de dia ou de noite, pode surgir uma boa oportunidade de negócio. Quando uma loja virtual possui um item que está em falta nos demais varejistas, ela pode elevar o preço por conta da exclusividade. Algumas horas (ou alguns dias depois), percebe que o estoque dos rivais foi reposto e então a loja retorna o item ao valor original.

Ambos utilizaram a precificação dinâmica. O primeiro, claro, para aplicar descontos. O segundo, para aumentar a rentabilidade. Mas tanto na feira quanto no comércio eletrônico os envolvidos vislumbraram oportunidades de bons negócios através da alteração de preços (seja com o intuito de se desfazer do estoque excedente ou de obter uma margem de lucro maior).

Com mudanças inteligentes, o comerciante online consegue criar momentos positivos para as vendas. Aproveitá-los é a chance de se destacar em um mercado cada vez mais exigente e difícil. Portanto, em vez de ser a última alternativa, essa estratégia precisa ser parte integrante na gestão da empresa. Seja ela uma banca de frutas ou um grande atacadista.

Fonte: E-commerce Guide

Conteúdo útil como gerador de vendas

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Conteúdo sem conversão em vendas é apenas publicação gratuita. Essa máxima ganhou força nos últimos anos nos Estados Unidos à medida que content marketing vem se difundindo como uma poderosa ferramenta de geração de novos clientes.

A lógica é bastante simples: as empresas geram conteúdo relevante para seu público-alvo. Uma parte dessa audiência altamente segmentada é convertida em novas oportunidades comerciais. Nada disso é novo. Os primeiros registros de iniciativas nesse sentido, protagonizados pela marca de pneus Michelin e pela Coca-Cola, datam do final do século XIX. Têm, portanto, mais de cem anos.

Se a Internet não criou o conceito de content marketing, certamente deu asas a ele. As estratégias e táticas adotadas por empresas B2C (business-to-customer) se diferenciam em muitos aspectos do que fazem as B2B (business-to-business).

Embora sejam majoritariamente voltadas para o consumidor final, empresas de e-commerce devem prestar atenção aos métodos adotados pelas B2B, que vendem seus produtos ou serviços para pessoas jurídicas. O ponto de similaridade está no foco na geração imediata de vendas.

A Oracle norte-americana serve como exemplo. Seus esforços de comunicação são quase sempre voltados para o profissional de tecnologia da informação. Não se trata apenas de fortalecer a marca ou posicionar a Oracle para esse público ― o que também é muito importante. Mais do que isso, muitos conteúdos presentes em sites e redes sociais da marca buscam a geração de cadastros, seja para baixar um e-book, assistir a um webinar ou inscrever-se num evento presencial gratuito. Uma vez que o formulário tenha sido preenchido e os cadastros, registrados, o departamento comercial tem a oportunidade de, no momento que julgar adequado, fazer uma abordagem comercial.

Em certo aspecto, esse caso pode (e deve) inspirar empresas que vendem via Internet. Não me refiro à construção de mailing, e sim ao foco em vendas. Todos os números ligados à comunicação ― unique visitors, likes, views, cadastros etc. ― são, para a Oracle, apenas meio; conquistar clientes é fim.

É um impulso de comunicação diferente, por exemplo, o do Guaraná Antarctica, protagonista de uma presença maciça em redes sociais em consonância com campanhas publicitárias multimeios. Para essa empresa, que é tipicamente B2C, manter a marca viva na cabeça do consumidor quando este estiver no supermercado não é a melhor forma de convertê-lo. É a única.

Empresas que vendem pela Internet acabam tendo um pé em cada canoa. Precisam ter marca forte e gerar vendas num mesmo processo. Na prática, elas têm a árdua missão de gerar conteúdo que convença e que ao mesmo tempo converta.

Como fazer isso? A melhor resposta vem do fundador de um site que, não por acaso, se chama Convince & Convert(Convença e Converta, em português – http://www.convinceandconvert.com/). Seu nome é Jay Baer e sua mais recente obra é o livro Youtility, uma apologia à ideia de que uma empresa deve ser útil para seus consumidores; deve ajudá-los para fidelizá-los.

Quando uma empresa vende alguma coisa para uma pessoa, ela conquista um cliente. E isso pode ser uma relação apenas pontual, efêmera. Mas quando a empresa ajuda uma pessoa, ela conquista uma relação de confiança, de cumplicidade, e isso sim é duradouro.

Ser útil para o público-alvo é o nome do jogo. No conteúdo produzido cotidianamente, marcas devem pensar como uma empresa de mídia e falar sobre aquilo que sabem, e não sobre o que vendem. Essa é a melhor forma de atrair audiência, posicionar-se como expert e estabelecer com ela uma relação de confiança.

A única regra que se deve ter em mente é jamais fazer propaganda disfarçada de conteúdo. É uma forma barata de enganar o público, que não é bobo e percebe a artimanha. Em 2012, uma marca esportiva pediu a seus patrocinados na Inglaterra que tuitassem frases de otimismo no primeiro dia do ano. Os atletas fizeram isso, mas o público percebeu que na verdade se tratava de uma campanha publicitária, e obviamente se sentiu enganado. Resultado: houve diversas queixas e a campanha foi banida do microblog pela ASA, uma espécie de agência regulatória de propaganda do Reino Unido.

Casos como esse deixam uma lição: faça conteúdo para formar audiência e, paralelamente, faça propaganda para converter em vendas. É uma combinação que funciona. Basta aplicar à Internet a fórmula de sucesso da TV, que historicamente divide conteúdo de propaganda com um plim-plim.

Fonte: E-commerce Brasil