Neuromarketing e as estratégias para exposição de produtos

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Você já parou para pensar em quantos produtos diferentes estão expostos nas prateleiras de um supermercado? Embora esse número seja muito grande, mais de 80% deles acabam sendo descontinuados no seu primeiro ano de vida, como Neale Martin descreve em seu livro ‘Hábitos de Consumo’. Além da marca, do preço e do produto, as embalagens são capazes de influenciar a decisão de compra do consumidor e gerar um grande impacto na tomada de decisão. Com a ajuda do neuromakerting, as empresas conseguem avaliar a experiência dos consumidores, aprimorando suas embalagens e desenvolvendo produtos que agradam e, possivelmente, vendem mais.
De acordo com a Forebrain, especialista no assunto, uma das grandes descobertas da neurociência, é que boa parte das decisões que tomamos é feita de maneira não consciente. Somos influenciados por estímulos e informações sem que nos demos conta e nossas emoções sempre estão dominando nossas escolhas e desejos. “Conhecer o inconsciente do consumidor e as melhores maneiras para interagir diretamente com ele têm se tornado cada vez mais importante para as empresas que buscam uma posição de destaque no mercado”, afirma Billy Nascimento, co-CEO da Forebrain.
O neuromarketing tem sido utilizado para o desenvolvimento de produtos e embalagens mais atraentes e que possuem valores mais adequados às necessidades e desejos do consumidor. “Os estudos neurocientíficos são capazes de mostrar qual embalagem chama mais atenção do consumidor e o que ele sente e entende diante daquela comunicação visual”, explica Billy.
A Forebrain produziu um e-book sobre Neuromarketing e Embalagens, que conta com técnicas para melhorar a experiência do consumidor e indica 8 caminhos para embalagens eficientes.
1. Menos é mais: embalagens com menos informações costumam ser processadas mais facilmente pelo cérebro dos consumidores;
2. Abuse da repetição: quando padrões visuais são repetidos, o esforço necessário para que uma imagem seja formada na mente dos consumidores é menor, facilitando o processamento;
3. Atente-se à simetria: embalagens simétricas costumam gerar emoções mais positivas;
4. Saliência = atenção: o contraste de uma embalagem com o seu entorno pode facilitar sua percepção e impactar a sua atratividade;
5. Nitidez: linhas nítidas facilitam a percepção e o processamento da informação que as embalagens querem transmitir;
6. Apele para motivações inconscientes: sinais das embalagens podem despertar desejos – que nem sempre são conscientes – nos consumidores. Entender quais são as necessidades e desejos mais profundos do seu público alvo e alinhar a sua embalagem a esses desejos pode funcionar muito bem;
7. Lembre-se da relação novidade/familiaridade: produtos muito familiares costumam chamar menos atenção, mas contam com o apoio emocional de experiências passadas. Produtos muito inovadores podem chamar mais atenção dos consumidores, mas costumam gerar sensações de estranheza e desconforto;
8. Analise os valores da categoria: é muito importante conhecer os valores que estão associados à categoria do seu produto. Alinhar os valores do seu produto com os da categoria, ou não, é uma questão estratégica.
Para conhecer mais sobre o estudo de embalagens, acesse o e-book: http://www.forebrain.com.br/ebook/embalagem
Fonte: Varejista
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O marqueteiro cientista

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Muito tem se falado sobre big data. Não é para menos. O seu potencial é quase infinito e a ideia de se descobrir padrões escondidos de comportamento de consumidores ou achar a alocação perfeita de sua verba de marketing é bastante tentadora. Acontece que big data não é simples nem é para todo mundo. Requer investimento em conhecimentos e tecnologias específicos. Existe, porém, uma forma muito mais simples de se colocar mais ciência em suas decisões sem necessariamente montar uma complexa estrutura de big data: criar o seu próprio laboratório de marketing com experimentos controlados.

O big data já está revolucionando a forma como fazemos negócio e tomamos decisão em marketing. Que tal saber exatamente qual a melhor forma de alocar sua verba? Quanto se deve investir em TV ou em digital? Quanto alocar em propaganda institucional de marca ou em comunicação mais “hard sell”? O Marketing Mix Optimization (MMO) se propõe a responder exatamente a esse tipo de pergunta. Tratase de um grande exercício de modelagem estatística onde se estima o impacto de diversas táticas de marketing e se otimiza a alocação do investimento de forma a maximizar vendas ou lucro. MMO não é algo propriamente novo, mas ficou mais acessível com tecnologias de big data.

Na verdade você não precisa embarcar em um complexo exercício de big data para começar a tomar melhores decisões. A turma do marketing digital já domina completamente a metodologia do teste A/B onde se divide o tráfego de uma determinada página em duas versões (a atual e outra desafiante), para ver qual apresenta a melhor conversão. Que tal seu próprio teste A/B, no mundo off-line? O conceito é o mesmo só que em vez de diferentes páginas você pode testar outras coisas: estratégias de preço, peças de comunicação, conceitos de marca, enfim, quase todas as grandes alavancas de marketing. A ideia é isolar parte do seu negócio, seja um grupo de clientes, lojas ou região geográfica, que será exposto a uma variável diferente para medir os resultados.

Experimentos controlados são simples e extremamente poderosos. Mas por que então não vemos mais empresas com os seus laboratórios de marketing? Por que é tão difícil implementar uma disciplina consistente de experimentos em marketing? Para mim, o maior desafio é que experimentos exigem, em alguma medida, pequenas perdas no curto prazo para um grande ganho no longo prazo. No atual cenário econômico, deixar de lado algumas lojas ou grupos de clientes para testar uma estratégia diferente é mais difícil que parece. Tente convencer um diretor de vendas de que sua área geográfica será objeto de um experimento para uma estratégia nova e você entenderá o que estou dizendo.

Em tempos de crise econômica onde a verba de marketing é uma das primeiras a sofrer, o laboratório de marketing oferece uma abordagem que ajuda a garantir que você está investindo nas coisas certas da forma mais adequada. Interessou-se em montar o seu laboratório? Seguem aqui alguns cuidados ao planejar e executar seus experimentos:

Assegure apoio dos executivos seniores da empresa. O primeiro passo é convencer a liderança da importância e dos ganhos que o laboratório de marketing vai trazer. Importante deixar claro que cada experimento exige comprometer parte da organização para testar uma abordagem nova e que pode significar pequenas perdas no curto prazo para gerar ganhos muito maiores no futuro. Com o CEO e outros líderes convencidos, sua conversa com aquele diretor de vendas quando a área dele for selecionada para o experimento será muito mais fácil.

Selecione uma amostra representativa para o experimento. Um erro comum é utilizar uma amostra muito pequena. Com medo de errar, vejo empresas frequentemente fazerem testes em uma loja só ou em uma região geográfica muito pequena. A pergunta-chave aqui é: se os resultados do teste forem positivos, vou conseguir convencer o resto da empresa a fazer o roll-out nacional da estratégia testada? Se a resposta for não, você precisa rever a amostra.

Isole variáveis e garanta tempo suficiente de teste. Teste uma só variável por vez. Outro aspecto importante é alocar tempo suficiente para o teste. A duração ideal do teste depende da variável a ser testada. Leve em conta que os consumidores precisam de tempo para notar algumas mudanças. Experimentos de preço e promoção requerem uma duração mais curta que outros ligados à experiência de compra onde o consumidor leva algumas visitas à loja para perceber.

Coloque o esforço necessário para apoiar o experimento. Ouvi de um cliente outro dia que “pilotos são a melhor forma de matar uma excelente ideia por aqui”. É importante ter um planejamento benfeito para garantir uma execução sem falhas.

Adote um calendário de experimentos. Um único experimento trará insights interessantes mas não mudará sua vida. O real poder transformador de trazer ciência para as decisões de marketing só se realiza quando um verdadeiro laboratório é criado com uma série regular de experimentos que criam um aprendizado contínuo para a organização.

Fonte: Meio e Mensagem

Não basta informação, é preciso saber agir

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Hoje, com o marketing digital na primeira linha das estratégias de campanhas de marketing de muitas companhias, o conceito aparentemente simples da visão única do cliente tomou o mundo de marketing e de vendas de assalto. Impulsionado em parte pela necessidade de garantir ROI máximo de programas de marketing digital, a visão única do cliente (essencialmente o agregar de todos os dados sobre o consumidor) também é um trunfo como o reforço de atendimento ao cliente, a criação de novas oportunidades de vendas e venda cruzada, a busca de novos consumidores e a condução do curso de vendas.

As companhias estão coletando um número tão grande de dados que os executivos podem ser levados a pensar que já têm o necessário para criar uma visão única do cliente e, ainda, que os dados de seus consumidores estão ajudando a mover a agulha do marketing. 81% dos profissionais de marketing dizem que têm dificuldades em alcançar a visão única do cliente, e mais da metade dos profissionais de marketing de marcas veem a articulação eficaz como a principal barreira para a criação de uma estratégia de marketing verdadeiramente multicanal, de acordo com nova pesquisa da Experian.
Então, antes de assinar o próximo grande grande programa de marketing digital, aqui estão sete questões que os executivos devem perguntar aos seus times de marketing para garantir que eles estão se aproximando do objetivo de visão única do cliente.

Quão bons são os dados para essa campanha?

A parte dos dados de qualquer campanha precisa de tanta atenção quanto a estratégia e as ideias por trás dela. Dados ruins podem levar a uma impossibilidade de comunicar e até mesmo impactar a receita com perda de produtividade e gasto de comunicações. As boas notícias são que se os profissionais de marketing usarem táticas bem sucedidas para gerar dados de marketing valiosos, esse conjunto de dados pode fornecer muitos insights do consumidor por si só.

Quanto tempo foi gasto na validação de dados?

Muitas organizações estão tão focadas em coletar os dados e gerenciá-los que a qualidade da base é colocada em banho maria. A ironia é que, sem priorizar a qualidade, ativar todos os dados que você está coletando se torna impossível. Em suma, as companhias precisam desacelerar para garantir que tem tempo para validar e limpar os dados.

Quão perto estamos da visão de consumidor único?

Idealmente, a visão única do cliente é uma imagem completa do consumidor e de suas interações com a companhia. Isso inclui todos os dados relevantes pertencentes ao consumidor, incluindo informações de contato, preferências, assim como um profundo entendimento do comportamento e preferência de compra de qualquer grupo particular do consumidor. Assim, por exemplo, se uma companhia quiser lançar uma promoção que recompensa os consumidores mais valiosos, seria crítico ter um entendimento do que o consumidor comprou, assim como de todas as subsequentes interações a respeito do produto ou do serviço, como comentários via Twitter ou chats online com um representante de suporte.

Como nós lidamos com os dados que coletamos sobre os nossos consumidores?

Dados primários são os fornecido pelos seus consumidores por meio de uma variedade de sistemas e canais, como CRM, social media, vendas online, pedidos, etc. Os métodos de coleta e a responsabilidade pela precisão de dados ainda não são compartilhadas pelos departamentos da empresa, levando a uma série de disparidades. Companhias precisam trabalhar no desenvolvimento de estratégias consistentes para lidar com os dados, independente de suas fontes.

Nossos dados estão aptos para o uso?
Essencialmente, essa questão é sobre se os dados são ou não apropriados para a campanha. Então, se a campanha é direcionada para mães de futebol, a fonte dos dados precisa ser um lugar em que o alvo realmente passe algum tempo, como em um site de loja de departamentos, não uma plataforma de jogos online. Muitas vezes os dados são gerados de forma inapropriada e pelos canais errados, criando assim resultados ruins quando os programas são iniciados.

Nós estamos usando os dados de fontes secundárias corretamente?

Frequentemente, as companhias acreditam que podem consertar todos os seus problemas com dados de fontes secundárias. No entanto, para ser realmente efetivo, dados de parceiros têm uma função diferente. Se os dados primários são coletados corretamente e com precisão, a necessidade dos dados coletados por terceiros muda. Ele age como um suplemento, ajudando as organizações a entenderem e definirem melhor a audiência. Estas informações dão ao marketing inteligência relacionada a motivações, crenças, interesses e preferências dos consumidores, incluindo sua própria base de consumidor. Essas fontes de dados podem incluir características de estilo de vida, influências de compra, hábitos de mídia e muito mais. Dados comprados de terceiros devem ser usados para enriquecer os lugares certos.

Valide, valide, valide!

Especialmente quando se trata de dados obtidos com terceiros, companhias devem insistir que eles sejam validados e testados. Eles devem pedir por métricas de performance dos dados e garantir que ele esteja no alvo e conectado com os públicos-chave.

Times de marketing estão sobre pressão para mostrar que as suas campanhas estão conectadas com dados reais e acionáveis. Ativar campanhas com dados imprecisos é custoso e pode causar muitos danos. É crucial que a companhia centre seus esforços de uma maneira que não aliene os consumidores ou potenciais clientes. Mais profissionais de marketing hoje têm os meios para extrair negócios acionáveis de inteligência a partir de seus dados, mas percebem que precisam de uma visão única do para fazer isso de forma eficaz.

Fonte: Meio e Mensagem

Por que você não deve cortar o marketing de conteúdo em tempo de crise

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Crise econômica. Quem nunca participou de uma conversa sobre esse assunto, não é mesmo? Seja na mesa do bar ou no almoço com a família, o fantasma da crise está na boca do povo. Quando falamos das empresas, então, o papo se torna um tema sério de discussões e um grande vilão do planejamento, das estratégias e das ideias.

O importante é: precisamos continuar lucrando, mas também precisamos cortar gastos. E é aí que geralmente o marketing digital (investimentos em Adwords e redes sociais) e omarketing de conteúdo são cortados do centro de custos, não é mesmo?

Engana-se quem acha que esta fazendo um bom negócio.

O marketing de conteúdo deveria ir para o final da sua lista de cortes para enfrentar a crise. Se você não acredita, confira o artigo abaixo e veja porque você não deve cortar o marketing de conteúdo em tempo de crise:

Antes de qualquer coisa: marketing não é gasto, é investimento

Para que o marketing deixe de ser apenas mais uma despesa dentro da empresa é preciso que ele se torne parte do business, seja estratégico e, principalmente: torne-se uma fonte de renda!

Quando o marketing torna-se algo estratégico ele é embasado em métricas, executado com prazos e processos bem definidos. Dessa forma, ele é mensurável e, portanto, você consegue saber exatamente quanto gastou e por quanto tempo para alcançar o resultado esperado.

Fique de olho nos números: eles não mentem!

Algumas métricas do marketing de conteúdo são a prova de que ele não é só importante como essencial para seu negócio, além de ser a forma mais fácil de acompanhar de perto os resultados do seu investimento.

Aqui vão pelo menos 2 métricas essenciais ao marketing de conteúdo para você ficar de olho:

Custo de Aquisição de Clientes (CAC)

Quanto você gasta em marketing para que um cliente chegue até você e se torne um cliente? Em quanto tempo? O marketing de conteúdo te permite ter esse valor bem claro e até mesmo diminuí-lo com as estratégias corretas.

O marketing de conteúdo é um dos pilares do que chamamos de venda inbound, onde você não precisa falar com todo mundo que se interessa pelo seu produto ou serviço antes de uma qualificação. Dessa forma, você investe em conteúdo para atrair e levar o seu público pelo funil, mas bem menos do que gastaria, por exemplo, com o Adwords.

É claro que quando falamos de uma estratégia de curto prazo o Google Adwords, como ferramenta de link patrocinado, é a melhor alternativa para ter resultados rápidos. Porém, se você investir também no conteúdo para uma ação de SEO terá uma base maior.

Na prática

  1. Para calcular o custo de aquisição de clientes você deve mensurar quantos clientes entraram na sua base no mês;
  2. Levante os custos com a captação como prospecção, investimento em Adwords, conteúdo, etc. – deixe esses dados separados.
  3. Some todos os custos e divida pela quantidade de novos clientes no mês;

Como reduzir o CAC com conteúdo?

Que tal usar artigos do blog para responder as perguntas mais recorrentes dos clientes durante o processo de vendas e deixar o vendedor para responder perguntas finais – mais próximas do fechamento de negócio?

Ah, lembra da persona, sobre a qual falamos anteriormente? Durante a definição da sua persona você terá vários insights dos principais problemas e dúvidas e, consequentemente, de conteúdos relevantes para resolvê-los e respondê-las com conteúdo. Brilhante, não?!

ROI

Nem precisa explicar o que é ROI, não é mesmo? O importante é que você saiba exatamente quanto foi gasto, em quanto tempo, para gerar quanto de resultado. Através do cálculo do ROI é possível acompanhar isso de perto.

Na prática

  1. Levante seus gastos com marketing digital e marketing de conteúdo;
  2. Quanto você teve de receita gerada no mesmo período? Esse dado dará o fator “faturamento” da conta;
  3. Faça a conta: receita por investimento. Esse é o seu ROI.

Aproveite o marketing de busca e gaste menos para vender mais

Muito se fala em Adwords, a mídia paga do Google. Pois saiba que, apesar de ser uma excelente ferramenta de marketing, aparecer na busca orgânica – os resultados que não são links patrocinados, mas considerados pelo Google resultados qualificados – é mais barato e mais assertivo. Mas para isso acontecer você deve contar com marketing de conteúdo da melhor qualidade!

Pense em seu dia a dia como consumidor. Quantas vezes você pesquisa no Google por respostas para dúvidas, por produtos que pretende comprar ou mesmo sobre o algum assunto que quer conhecer melhor? Tenha em mente que o seu potencial cliente não é diferente – por mais que ele tenha hábitos de consumo diferentes, a busca é uma realidade na vida de grande parte dos públicos de interesse das empresas.

De acordo com o gerente de parcerias estratégicas do Google Brasil, Felipe de Albuquerque Ozorio, mais de 100 bilhões de buscas são feitas mensalmente na Internet apenas no Brasil. Cabe dizer que 90% dessas buscas são feitas no Google. E se eu te disser que o marketing de conteúdo é o caminho mais assertivo para ter resultados reais e duradouros com as buscas? Saiba como:

Invista em venda inbound para otimizar a sua venda passiva

Como você busca um produto ou serviço que quer contratar? Faça essa pergunta na hora de pensar as palavras-chave estratégicas que o seu cliente ideal usa para buscar o que você tem a oferecer. O conteúdo pode (e deve) ser pensado para falar com o seu cliente em todas as etapas. Usando as palavras-chave de busca você poderá:

  1. Atraí-lo tendo a resposta à dúvida ou solução para o problema dele;
  2. Levá-lo a considerar o que você tem a oferecer;
  3. Convertê-lo em uma lead (qualificada) prontinha para se tornar um cliente;
  4. Vender para essa lead sem um processo de vendas longo e caro.

Imagine se tivesse que fazer o caminho da atração ativa do cliente com prospecção, contato telefônico e valor/hora de um estagiário ou vendedor contratado? Aposte emInbound Sales e passe a vender com conteúdo. Em tempos de crise econômica, levar o cliente ideal a te procurar é uma grande sacada para não gastar muito com o processo de venda.

O marketing de conteúdo pode te ajudar a reduzir o custo de venda

O marketing de conteúdo pode ser usado para educar o mercado. Você pode usar o material que publicar no seu blog, ebook ou webinar que produzir, por exemplo, para que seu time de vendedores alimente os clientes interessados durante o processo de vendas. Se no processo tradicional o seu vendedor precisava fazer várias ligações, marcar várias reuniões e ser muito organizado para não perder o timing de follow up, no processo de venda com inbound marketing o seu conteúdo se torna uma máquina vendedora.

O contato que “levanta a mão” para falar com você já saberá qual é a melhor solução para o problema dele e saberá que a sua empresa é a melhor opção para oferecê-la. Bastará concretizar a venda para um potencial cliente bem educado sobre o seu mercado.

Trabalhe bem as suas personas e garanta os clientes certos

As palavras-chave são muito importantes, pois elas direcionam os termos pesquisados pelo cliente ideal. Porém, tenha em mente que o marketing de conteúdo é totalmente focado em buyer personas.

Em resumo, a persona é a representação do seu cliente ideal, quem ele é, quais são os seus problemas e dúvidas, como é o dia a dia dela e como você pode se destacar e atraí-la, tornando-se o prestador de serviços ou fornecedor de produtos para ela.

Tenha em mente que, em tempos de crise, atrair um cliente que não tenha o perfil do seu cliente certo pode sair muito caro. Por isso, traçar uma estratégia totalmente focada no seu público de interesse é o caminho mais fácil para o sucesso.

O conteúdo te “dá moral” com o Google

Ninguém sabe ao certo quais são os reais critérios do Google para considerar um site bom ou ruim, certo? Porém, alguns elementos e ações têm dado certo e você deve apostar neles para que o seu site apareça rapidamente quando o seu consumidor buscar pelo que você tem a oferecer.

  • Co-marketing: você sabia que quanto mais links o seu site tiver maior será a confiabilidade que o Google dará ao seu domínio. O marketing de conteúdo pode te ajudar através de estratégias de guest post e e-books em co-marketing, por exemplo.
  • Títulos de páginas: o Google entende cada artigo publicado em seu blog como uma nova página, portanto, cada vez que você publicar um novo texto você terá uma nova página, com um novo título – aumentando a quantidade de links do site. E isso é bom para posicionamento no Google.

A terceirização não é um bicho de sete cabeças (pelo menos nesse caso)

Primeiramente, tenha em mente que para ter resultados com o marketing de conteúdo é preciso ter:

  • Planejamento e definição de estratégia;
  • Produção de conteúdo qualificado;
  • Acompanhamento dos resultados;
  • Redefinição ou manutenção da estratégia.

Como estamos falando de tempos e crise você deve estar se perguntando: “ok mas, a ideia é economizar, não arrumar mais gastos para a minha empresa. Contratar, então, nem pensar!”

Mas é aí que vem a grande sacada do marketing de conteúdo: você pode terceirizá-lo, em todos os níveis, contando com uma empresa especializada ou profissionais freelancers. O importante é que esse parceiro tenha processos definidos, critérios e uma equipe estratégica para te ajudar a alcançar os melhores resultados.

Aproveite nossas dicas e invista no marketing de conteúdo para não parar de vender em tempos de crise. Tenha sempre em mente que o marketing digital não deve ser intrusivo, não deve interromper o leitor e, principalmente, deve ser interessante para se tornar relevante.

Produza conteúdo de qualidade, invista nas ferramentas certas e profissionais qualificados e vença a crise com o marketing de conteúdo!

Fonte: Marketing de Conteúdo

Marcas deveriam ter a coragem da arte

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Ele já esteve envolvido no reposicionamento de marcas como Stella McCartney, Giorgio Armani, Porsche e Nike e acredita que a comunicação entre as marcas e seus clientes, hoje, deve ser baseada em um projeto de relação sustentável, isso implicaria, inclusive, as empresas considerarem a venda como uma consequência e não seu objetivo primário. O britânico Edward Leaman atua como professor da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, e esteve no Brasil esta semana para uma palestra a alunos da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP). O tema que abordou no evento organizado pela Wish International Events Management foi “A inovação em brand experience”. O especialista defende que as marcas devem se esforçar para estabelecer relações de emoção e significado, como normalmente existe entre as pessoas, a arte e a cultura. Confira alguns de seus pontos de vista, na entrevista concedida por e-mail ao Meio & Mensagem.
Meio & Mensagem – Que papel a arte pode ter no desenvolvimento de uma marca?
Edward Leaman – Quando falo de arte, falo sobre a coragem de uma marca de se dirigir a quem ela é e a quais sejam suas crenças. Assim como os artistas apenas conseguem realmente se compreender e se comunicar com eles próprios – assim como com os outros – por meio de sua arte, acredito que as marcas desdobrem suas crenças por meio de seus processos. Somente sendo corajosas e transparentes as marcas podem realmente mudar comportamentos.

M&M – Imagina que atributos do mundo artístico tenham mais aderência a marcas premium, como aquelas para as quais o senhor já trabalhou, ou podem ser utilizados por qualquer perfil de marca?
Leaman – Não, acho que as marcas devem pensar e agir de forma inclusiva, como a arte faz. As pessoas olham para o mundo dos negócios mais do que para qualquer outra instituição na expectativa de que influencie mudanças sociais, e a responsabilidade das marcas em qualquer nível é conectar-se com os clientes e prospects no nível humano e antropológico. Minha crença é a de que a tecnologia está sendo combustível para uma nova antropologia e isso é relevante em qualquer nível de pensamento de marca e execução.

M&M – De que forma arte e cultura podem ser recursos utilizados e com bons resultados pelas marcas em um contexto como o que vivemos, de economia retraída?
Leaman – A arte é uma lente no estado de cultura em qualquer tempo, assim como também o é o mundo dos negócios, e para mim a questão é como as marcas irão se conectar com as pessoas em um lugar de significado e consciência mais do que num espaço de poder. De muitas maneiras, pode-se construir marcas para os períodos difíceis, porque nos momentos bons todo mundo vai bem. Boas marcas vão bem em tempos difíceis porque estabeleceram seu diferencial de relevância, principal competência e vantagens competitivas sustentáveis e, portanto, são mais resistentes a sobreviver e mesmo a prosperar em tempos de dificuldade. É a arte do branding e seu impacto na cultura que me estimulam.

M&M – Acredita que alguma marca consiga atingir o mesmo nível de profundidade de emoção e significado que a arte ou a cultura estabelecem com as pessoas, partindo do pressuposto de que todos sabemos que uma marca quer vender algo e um artista não necessariamente? (talvez uma visão de mundo, um ponto de vista…)
Leaman – Realmente não acredito que seja isso que uma marca deva buscar – vender primeiro. Uma marca deveria saber que o objetivo é servir clientes/o público e o resultado pode ou não ser uma venda. Servir é o essencial ético de uma marca e, ao servir, o ingrediente ativo é o serviço. Não há vendas sem um comprador e conexão no nível emocional e de sentimento, mas ter coragem de comunicar porque você é do jeito que é torna-se mais autêntico, real e significativo.

M&M – Não é contraditório que arte seja importante para as marcas e que aos primeiros sinais de crise as empresas que patrocinam arte cortem os recursos ligados a projetos da área?
Leaman – De novo, chamo de arte a habilidade de ser verdadeiro, real e corajoso. Tempos duros demandam de todos nós que nos conectemos mais fortemente ao lugar dos valores e crenças, valores e crenças que sejam verdadeiros em bons ou maus momentos. Você não pode e não vai cortar valores e crenças, pois sacrificaria aqueles por quem perde sua alma. Valores e crenças permitem que uma marca seja real. Para mim, arte diz respeito ao real e viver apenas no campo do ideal levaria à falta de significado.

M&M – E o que fazer quando aderir a novas culturas traz problemas às marcas? Recentemente, aqui no Brasil, a marca de cosméticos O Boticário teve sua campanha para o Dia dos Namorados, comemorado por nós dia 12 de junho, criticada por setores conservadores por mostrar casais homossexuais trocando presentes.
Leaman – Se uma marca possui valores e crenças e sabe que aquilo que comercializa tem as respostas para sua própria pergunta sobre o porquê de ela existir, minha resposta é que ela deve se manter firme, porque você só pode fazer aquilo que você é, então, seja você mesmo.

M&M – O senhor diz que hoje não importa mais o que as marcas falam sobre elas mesmas, mas o que as pessoas falam delas. Mas em sua origem, toda marca é obrigada a partir de um discurso próprio não?

Leaman – Acredito que as marcas verbalizam suas crenças em alinhamento com o lugar para onde elas veem o mundo indo e buscam criar o que chamo “espaço de comportamento” para os consumidores ao mover as respostas à pergunta “por quê?” por meio das respostas do que eles fazem (produto) e como fazem isso (experiência de marca). Minha definição de uma marca é “uma promessa entregue e mensurada” e as marcas deveriam medir a si mesmas avaliando quão bem elas entregam suas promessas. Em outras palavras, mensuração da satisfação dos clientes se tornou a nova promessa de clientes. Isso é chamado Momento Zero da Verdade. A promessa é criada por aquilo que outros viveram com a marca, antes mesmo que esta consiga refazer a promessa sobre si mesma para as comunidades que busca servir.

M&M – Qual é a estrutura do curso que o senhor ministra em Stanford? Sente que esses conteúdos são levados do mundo acadêmico para a o dia a dia das empresas?
Leaman – Tenho algumas estruturas de construção de marca que criei como modelos, com base nos anos de trabalho nessa área, e elas ajudam a direcionar os estudantes e empresas em direção à construção de suas próprias marcas. Algo disso é arte, algo é ciência e parte chamo de “shopkeeping” por conta dos detalhes e interconectividade dentro de uma marca – de processos, inovação, impacto social e lucro saudável – que fazem criar a necessidade para o que chamo de cenário dos Quatro Mundos. A construção de marca moderna requer uma série de lentes para serem colocadas sobre uma ideia de uma só vez e essas lentes são individual e coletivamente importantes hoje em dia. Outra forma de dizer isso é que nosso trabalho é pegar a complexidade e resolvê-la como simplicidade. Você pode ter complexidade e simplicidade morando juntas. Não pode, entretanto, ter complexidade e complicação vivendo juntas e sobreviver. Complexidade tornada simplicidade é a ética moderna da construção de marca.

M&M – No caso da USP, o tema de sua palestra foi “A inovação em brand experience”. Quais os highlights do material que o senhor preparou?
Leaman – Espero que as pessoas tenham gostado das ideias a partir do momento que tento juntar ideias e práticas de construção de marca baseadas em um respeito enorme pelo consumidor e na quantidade de potencial existente nas marcas de fazer bem, corretamente e de novas formas. Marca é como navego o mundo em que vivo. É uma espécie de poesia e sou apaixonado por ela.

M&M – As marcas em geral falam muito em inovação hoje em dia. O senhor acredita que elas estejam sendo realmente inovadoras? Acredita mais em gestos de inovação radicais ou naquele estilo de quem promove pequenas e constantes mudanças?
Leaman – Acho que se pode chegar a ela (inovação) de muitas formas. Alguns acreditam que você não pode “gotejar para baixo” então tudo começa com uma convicção poderosa sobre mudar o mundo. Outros acreditam que um grupo de táticas pode se tornar uma estratégia ao longo do tempo. O que me entusiasma é que tecnologia e os dados estão criando novas formas de entender muitos níveis e tipos diferentes de relações empáticas com clientes e prospects. Acredito que estamos no ápice de uma nova era “centrada no sentimento” na construção de marca e isso nos torna a todos mais humanos, responsáveis e confiáveis, porque não há lugar para onde se esconder da transparência da verdade.

M&M – Recebemos a informação de que o senhor atuou no reposicionamento de várias marcas globais. Poderia resumir o que sugeriu de mudanças para Stella McCartney, Nike, Porsche, Giorgio Armani, GAP e The Body Shop?
Leaman – Meu trabalho para diferentes marcas ao longo de tantos anos assumiu várias formas, então é difícil responder a essa questão. Às vezes, é desenvolvimento de produto, às vezes criação de experiência de marca/experiência do cliente, outras, é determinar a linguagem de crenças e valores e então desdobrar isso no marketing. Marca não é uma única coisa; é a conexão e combinação de muitas coisas em nome do relacionamento entre ela e seus usuários. O que digo é que o papel mais importante que já tive em toda minha vida é o de professor, porque ideias inspiram mentes mais jovens e eles, não eu, criarão realidades incríveis a partir dessas ideias. Moldar ideias no formato de marcas é, se você quiser, minha arte.

Fonte: Meio e Mensagem

30 frases de Steve Jobs para você se inspirar

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Inovação distingue o líder de um seguidor.

Esse tem sido um dos meus mantras: foco e simplicidade. Simples pode ser mais difícil de fazer do que complexo; você tem que trabalhar duro para clarear seu pensamento a fim de torná-lo simples.

Seja um parâmetro de qualidade. Algumas pessoas não estão acostumadas a um ambiente onde a excelência é esperada.

Eu estou convencido de que metade do que separa os empreendedores bem-sucedidos dos sucedidos é pura perseverança.

Não deixe o ruído das opiniões dos outros abafar sua própria voz interior.

Às vezes a vida vai te acertar um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Eu estou convencido de que a única coisa que me fez seguir em frente foi que eu amava o que fazia.

Ser demitido da Apple foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo. O peso de um ser bem sucedido foi sucedido pela leveza de um ser iniciante novamente. Isso me libertou para entrar em um dos mais criativos períodos da minha vida.

Você não pode simplesmente perguntar aos consumidores o que eles querem e aí tentar dar isso a eles. Assim que você conseguir construir isso, eles já vão querer algo novo.

O meu modelo de negócio são os Beatles. Eles equilibravam-se uns aos outros e o total era maior do que a soma das partes. É assim que vejo os negócios: os grandes feitos nas empresas nunca são feitos por uma só pessoa, mas por uma equipa de pessoas.

Você tem que confiar em algo – seu instinto, destino, vida, karma, o que for. Esta abordagem nunca me decepcionou e fez toda diferença na minha vida.

Eu sou a única pessoa que conheço que perdeu um quarto de bilhão de dólares em um ano. Isso ajuda a construir seu caráter.

Vamos inventar o amanhã em vez de ficar nos preocupando com o que aconteceu ontem.

Quando você é um carpinteiro fazendo uma cômoda linda, você não vai colocar madeira ruim no fundo do móvel, mesmo que ela fique voltada para a parede. Você sabe que está lá, então você vai colocar um pedaço de madeira bonito. A estética e a qualidade têm de ser levadas até o último detalhe.

Se você ficar de olho apenas no lucro, você vai economizar no produto. Mas se você se concentrar em fazer produtos realmente bons, então o lucro virá a seguir.

Decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer. Isso é verdadeiro para companhias e também para produtos.

Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa. Ir para a cama falando que fizemos algo sensacional, é isso que me importa.

Minhas coisas favoritas na vida não custaram dinheiro. É claro que a coisa mais preciosa que temos é o tempo.

Se você faz algo muito bom, deveria fazer outra coisa sensacional, e não se gabar da primeira coisa por muito tempo.

Eu não voltei para a Apple para fazer uma fortuna. Fui muito sortudo na vida e já tenho uma. Quando tinha 25 anos, meu patrimônio era algo próximo de cem milhões de dólares. Eu decidi que isso não iria arruinar minha vida. Eu não vejo fortuna como algo que valide minha inteligência.

Não temos chance de fazer muitas coisas, então cada uma delas tem que ser excelentes. Isso é a vida. A vida é curta e você morre, sabe? E todos nós escolhemos fazer algo com nossas vidas. Então tem que ser bom. Tem que valer a pena.

Seu tempo é limitado, não viva a vida de ninguém. Não seja preso por dogmas, que é o resultado do que as outras pessoas pensam. Tenha coragem de seguir seu coração e intuição, eles sabem o que você quer se tornar.

Nos últimos 33 anos eu olhei no espelho e me perguntei: se fosse meu último dia de vida, eu faria o que vou fazer hoje? E se a resposta é “não” por muitos dias eu sei que tenho que mudar algo.

Fonte: Exame

10 fatos sobre marketing digital que as marcas precisam saber

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Confira os 10 fatos importantes sobre marketing digital da semana passada, reunidos pelo AdWeek:
1. Em 2018, empresas destinarão 11,7% de seus budgets para analytics, de acordo com pesquisa da Duke University com 288 CMOs.
2. O mesmo estudo constatou que a publicidade mobile corresponde a 3,2% dos investimentos de marketing, mas o número deve chegar aos 9% nos próximos três anos.
3. Graças a seus efeitos de vídeo, a conta da Nike na rede social passou de 4 milhões para 12 milhões de seguidores nos últimos 10 meses.
4. É provável que mais marcas como a Nike passem a investir mais no Instagram. Analistas da Cowen & Co. preveem que a plataforma irá gerar US$ 5,8 bilhões de receita em 2020, US$ 700 milhões a mais do que esse ano, segundo o Mashable.
5. Uma pesquisa do Adobe Digital Index afirma que 20% dos links de busca do Google para varejistas estavam nos Shopping Ads. Isso explica por que o Facebook decidiu investir em anúncios baseados em compras.
6. Entre agosto e novembro do ano passado, o app de finanças pessoas Acorns apostou nos Promoted Tweets para gerar downloads. Nos primeiros 90 dias, a marca disse que um entre cinco dos downloads veio do Twitter. Além disso, a empresa pagou menos de US$ 4 por app instalado, valor significantemente mais baixo do que os US$ 10 que as empresas do ramo costumam pagar para atrair usuários.
7. Um estudo da Association of National Advertisers aponta que 58% dos anunciantes adquiriram anúncios nativos em 2014.
8. A classe alta norte-americana está comprando cada vez mais online. A Martini Media pesquisou moradores do país com renda igual ou superior a US$ 250 mil e descobriu que 83% compraram artigos de luxo pela internet nos últimos 12 meses.
9. As pessoas deletam seus apps com frequência. Mas a Ibotta reverteu esse quadro dando recompensas em dinheiro aos usuários. A empresa afirmou que mais da metade de seus 25 milhões de usuários mensais abriram o app 25 vezes em janeiro.
10. Uma pesquisa da MindBodyGreen com 6 mil pessoas constatou que 83% dos millennials estão abertos a recomendações de marcas sobre cultura ou conscientização, comparado a 74% dos baby boomers. E 84% da geração Y afirmaram que se sentem ‘inundados’ pela social media.

Fonte: Proxxima